Início Site

Henlau: Crescimento sustentável, diversificação estratégica e o teste da governança em um setor sob alta regulação

0
Divulgação

# Henlau: Crescimento sustentável, diversificação estratégica e o teste da governança em um setor sob alta regulação

Origem com base técnica e visão de mercado

A Henlau Química Ltda. construiu, ao longo de quase quatro décadas, uma trajetória marcada por crescimento consistente, diversificação de portfólio e leitura estratégica do mercado químico brasileiro. Fundada em 1988, na cidade de Garça, a empresa evoluiu de uma operação enxuta para uma estrutura industrial consolidada, com presença em 26 estados e mais de 500 pontos de venda.

Fundamentos que moldaram o modelo de negócio

A origem do negócio está diretamente ligada à formação técnica e à experiência prática de seu fundador, que, ainda jovem, conciliou carreira acadêmica em Química com atuação comercial no setor. Esse equilíbrio entre conhecimento técnico e visão de mercado foi determinante para a criação de um modelo de negócios orientado à eficiência, agilidade e proximidade com o cliente.

A identificação de uma lacuna que impulsionou o crescimento

O ponto de partida da empresa foi a identificação de uma lacuna no interior paulista: a dificuldade logística no fornecimento de produtos químicos, que impactava a produtividade de indústrias locais. A partir dessa leitura, a Henlau iniciou suas atividades em um galpão simples, com foco inicial no segmento automotivo, adotando desde cedo uma estratégia integrada que combinava desenvolvimento de fórmulas próprias, produção e comercialização.

Expansão estruturada e antecipação de demandas regulatórias

Nos anos 1990, a empresa avançou com investimentos estruturais e decisões alinhadas às mudanças regulatórias e de mercado. A construção do primeiro prédio próprio, em 1990, marcou um salto operacional. Em 1994, a Henlau incorporou ao portfólio cremes de proteção como Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), e, em 1998, passou a produzir protetores solares voltados a trabalhadores expostos ao sol, antecipando demandas relacionadas à saúde ocupacional.

Diversificação como estratégia de resiliência

Atualmente, a empresa opera em uma planta industrial superior a 5.000 m², com mais de 80 colaboradores, cerca de 60 representantes comerciais e parcerias produtivas com terceiros. Seu portfólio ultrapassa 900 SKUs, distribuídos entre cosméticos, produtos de higiene, limpeza industrial e institucional, soluções automotivas e uma linha recente de estética automotiva lançada em 2025. Essa diversificação sustenta sua presença em múltiplos segmentos e reduz a exposição a oscilações de mercado.

Cultura corporativa como pilar de reputação

A trajetória da Henlau também é marcada por uma cultura empresarial baseada em qualidade, responsabilidade e transparência, fatores que contribuíram para a construção de relações comerciais duradouras e reputação no setor.

Novo desafio regulatório coloca governança à prova

Em 2026, a empresa passou a enfrentar um novo desafio após a publicação de uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, em 29 de abril, estabelecendo medidas relacionadas a determinados produtos. Segundo a companhia, ações preventivas já haviam sido adotadas antes da formalização da decisão, evidenciando uma política de governança voltada à antecipação de riscos.

Rastreabilidade e resposta rápida limitam impactos

O rastreamento dos lotes citados na Resolução-RE nº 1.743/2026 permitiu delimitar o impacto: três produtos permanecem retidos na fábrica, sem distribuição ao mercado, enquanto apenas um item teve circulação restrita, com recall voluntário iniciado previamente e bloqueio de estoques junto ao distribuidor. A resposta rápida é interpretada como indicativo de maturidade operacional em um setor altamente regulado.

Continuidade operacional preservada em linhas estratégicas

A empresa destaca ainda que sua linha de saneantes não foi afetada pelas medidas e segue em conformidade com as exigências sanitárias, mantendo continuidade operacional nessa frente.

Adequação regulatória e compromisso com melhoria contínua

Com histórico de quase 40 anos de atuação e relação institucional estável com órgãos reguladores, a Henlau afirma colaborar com a Anvisa no processo de adequação. Um plano de melhoria contínua foi estruturado com base nas diretrizes das RDCs nº 47 e nº 48, que tratam de boas práticas de fabricação, controle de qualidade e segurança de produtos.

Governança e transparência como ativos estratégicos

A condução do episódio reforça a importância da governança regulatória, da rastreabilidade e da transparência em mercados sujeitos a alta fiscalização. Para a Henlau, o momento representa um teste de execução: ao mesmo tempo em que busca atender integralmente às exigências técnicas, a empresa trabalha para preservar a confiança construída ao longo de sua trajetória.

Um reflexo das novas exigências do setor químico

O caso também reflete uma tendência mais ampla no setor químico e de bens de consumo: a capacidade de resposta a riscos regulatórios tornou-se tão relevante quanto a própria conformidade, consolidando-se como um diferencial competitivo em ambientes cada vez mais complexos e exigentes.

_____________

Henlau Química Ltda é uma empresa brasileira com atuação há 38 anos nos segmentos de cosméticos, higiene pessoal e saneantes. Ao longo de sua trajetória, consolidou presença no mercado com foco em produção, distribuição e desenvolvimento de soluções voltadas ao consumo e à saúde ambiental.

Lago Corumbá IV recebe lançamento do Grupo CPR e reorganiza alto padrão de condomínio no Centro-Oeste

0
Lago Corumbá IV

# Lago Corumbá IV recebe lançamento do Grupo CPR e reorganiza alto padrão de condomínio no Centro-Oeste

A evolução dos condomínios de alto padrão no entorno do Lago Corumbá IV, em Goiás, entrou em uma nova fase. O mercado vê surgir uma geração diferente de projeto, aquela que não opera como loteamento com amenidades anexas, e sim como território planejado desde o conceito.

A Fazenda do Lago, empreendimento de 3 milhões de metros quadrados,  do Grupo CPR, inaugura este recorte na região. O projeto foi desenhado como um único sistema integrado, no qual paisagismo, infraestrutura, hospitalidade e governança de comunidade são partes do produto, e não itens opcionais contratados depois da obra.

A virada geracional no entorno do Lago Corumbá IV

No modelo tradicional de condomínio de lazer, a incorporadora entrega o lote e se retira; o comprador assume a operação, e a associação de moradores opera o que consegue. Território planejado parte de premissa diferente: a incorporadora entrega curadoria, governança e continuidade, e permanece operando o território como parte do produto ao longo da sua existência. “ na fazenda do lago vamos prezar pela gestao do territorio, criando um mundo novo de convivência para nossos associados, vemos mais como um clube memberchip do que como gestão de um condominio.”

“Os condomínios tradicionais entregavam o lote e saíam de cena. O comprador assumia a operação, a associação de moradores assumia o que podia, e o resultado era previsível: desgaste do padrão ao longo do tempo. Território planejado é outra lógica. Você entrega curadoria, governança e continuidade. A incorporadora não sai do projeto quando o último lote é vendido. Ela opera o território como parte do produto.”, afirma Marlon Ceni, CEO do Grupo CPR.

A diferença estrutural altera o cálculo econômico. Empreendimentos de território planejado exigem horizonte de investimento mais longo antes de gerar caixa líquido para a incorporadora. O modelo atrai capital paciente, com horizonte de valorização longo e perfil menos dependente de crédito bancário imediato.

Por que a escala muda o produto

A escala de um território planejado reorganiza a experiência do comprador. Em condomínios compactos, a densidade habitacional tende a aproximar-se do modelo urbano, com pressão sobre áreas comuns e limitação de atividades que demandam espaço contínuo, como hipismo, náutica e preservação ambiental.

 “Em um território amplo, você tem espaço para separar zonas de uso sem sobreposição. A parte náutica não conflita com o hipismo, o wellness não concorre com a área de hospitalidade, e a preservação ambiental não é residual, é parte do desenho. Isso muda o que o comprador está comprando. Não é mais o lote com acesso ao clube. É Clube com patrimônio próprio, a fração de um território que funciona como ecossistema.”, afirma Ceni.

A tese do grupo é que o ticket de um empreendimento dessa escala se justifica quando o produto entregue inclui a operação continuada. Clube náutico, operação hoteleira integrada e curadoria de serviços passam a fazer parte do briefing inicial do comprador de alto padrão regional. O vocabulário comum para nomear essa entrega ainda está em formação no mercado brasileiro.

Curadoria como diferencial operacional

A Fazenda do Lago adota um modelo de entrada para os primeiros membros de FOUNDERS CIRCLE  em sua primeira fase. A lógica é que os primeiros moradores participam da formação do padrão do território, da definição de normas de convivência ao calibre dos serviços operacionais.

“Curadoria de comunidade não é filtro de renda. É um alinhamento de expectativa. Quando o primeiro grupo de moradores entende a proposta do território e participa da construção do padrão, a operação ganha uma base sólida para crescer. O comprador da fase seguinte entra em um território já com identidade.”, explica Ceni.

O modelo também antecipa a verticalização operacional do grupo. Em vez de terceirizar paisagismo, engenharia de infraestrutura e governança de pós-entrega, a CPR absorve essas funções internamente. A decisão responde à pressão de custos do setor: o INCC-DI, principal índice de inflação da construção civil, acumulou alta de 5,11% em 2025 e 6,78% em 12 meses até setembro, segundo a Fundação Getulio Vargas, acima do IPCA do período. Mas ao mesmo tempo, se une a uma das maiores empresas do setor para tocar a gestão financeira, a TRINUS.co.

O comprador que sustenta a tese

O comprador de alto padrão do Centro-Oeste combina perfis distintos: empresários do agronegócio regional, profissionais da capital Federal e famílias da região norte que buscam infra estrutura de qualidade para residir com suas famílias em busca de qualidade de vida, segurança, escolas para os filhos e governança estruturada, A composição interestadual tira a região do estereótipo de mercado local.

“O comprador da Fazenda do Lago não está escolhendo entre dois condomínios no mesmo raio de 30 quilômetros. Ele está comparando a segunda residência no Centro-Oeste com opções em outras regiões e, em alguns casos, com imóveis no exterior. Isso eleva a régua do que precisa ser entregue. Governança, segurança operacional e padrão de curadoria viram condição de entrada. É de fato a experiência cotidiana que conta no fator de compra, e a voz das esposas que lideram a casa”, afirma Ceni.

O movimento do setor

O segmento de médio e alto padrão (MAP) cresceu 23,8% em valor de vendas em 2024, com lançamentos expandindo 42% no período, segundo levantamento da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias em parceria com a FIPE. No Centro-Oeste, Goiânia lançou 4.667 unidades no primeiro semestre de 2025, segundo dados da Brain Inteligência Estratégica apresentados pela CBIC, com o segmento de luxo representando parcela pequena mas crescente do mix.

“Os próximos cinco anos vão definir quais incorporadoras conseguem operar território e quais voltam para o modelo tradicional. A diferença não está no marketing. Está na estrutura de capital, na capacidade de operar pós-entrega e na disciplina de não tratar o território como um produto acabado e sair de cena para deixar um síndico definir tudo. Qualidade depende de quem já vivenciou projetos e que não admite descer esta régua para economizar dinheiro com itens que acabam com o projeto.”, projeta Ceni.

Para o Lago Corumbá IV, a chegada de uma nova geração de projetos é um indicador de maturidade da região. O reservatório, antes associado a fins de semana de produtores rurais de Goiás, consolida-se como endereço de segunda residência planejada no mapa do alto padrão brasileiro e internacional, com membros europeus já presentes como futuros moradores.

Dia do Trabalho: por que o cérebro não acompanha a rotina de trabalho e o custo disso já aparece nas empresas

0
Divulgação

# Dia do Trabalho: por que o cérebro não acompanha a rotina de trabalho e o custo disso já aparece nas empresas

A cena é familiar: agendas lotadas, notificações constantes, reuniões em sequência e a sensação permanente de estar ocupado — mas não necessariamente produtivo. No Brasil, esse modelo de trabalho tem produzido um efeito colateral cada vez mais evidente: o esgotamento mental.

Mais do que um problema individual, trata-se de uma mudança estrutural na forma como o cérebro está sendo exigido — e que a ciência já demonstra ser insustentável.

Para Isa Minatel, neuropsicopedagoga, pesquisadora e palestrante, o equívoco começa na forma como entendemos produtividade. “A inteligência emocional é a fundação da produtividade saudável. Quando você não reconhece o que está sentindo, o corpo toma decisões por você — como procrastinação, dispersão e exaustão”.

Na prática, isso significa que muitos profissionais operam no automático, reagindo às demandas, em vez de conduzir o próprio desempenho.

Ocupação não é produtividade

Parte do problema está em um mecanismo básico do cérebro. Tarefas rápidas e simples — como responder e-mails ou mensagens — geram pequenas descargas de dopamina, neurotransmissor ligado à recompensa.

“O cérebro passa a se viciar em tarefas curtas, que dão sensação imediata de produtividade, mas não necessariamente geram resultado real”, explica Isa.

O resultado é o que especialistas já chamam de produtividade performática: dias cheios, mas com baixa entrega estratégica.

Do ponto de vista clínico, o problema vai além da organização da agenda. Segundo o psiquiatra corporativo Daniel Sócrates, especialista em saúde mental no trabalho, o que diferencia uma rotina produtiva de uma adoecedora não é a carga de trabalho — mas a capacidade de recuperação. “O que separa uma da outra não é o esforço. É a recuperação. Quando o organismo perde a capacidade de voltar ao basal, o trabalho deixa de ser performance e vira desgaste”.

Sob pressão contínua, o cérebro entra em estado de alerta permanente. Há aumento de cortisol e uma reorganização funcional: estruturas responsáveis pela tomada de decisão e planejamento perdem eficiência, enquanto áreas ligadas à reação emocional se tornam mais ativas. “Os circuitos da decisão racional ficam mais frágeis. Os da reação imediata ficam mais fortes. A pessoa começa a operar no impulso e chama isso de produtividade”.

A ilusão de que mais horas geram mais resultado

A ideia de que trabalhar mais significa produzir mais não se sustenta diante das evidências. Estudos mostram que, a partir de 50 a 55 horas semanais, o ganho de produtividade praticamente desaparece. “O cérebro não trabalha em horas extras. Ele trabalha em ciclos”, resume o psiquiatra.

Na prática, jornadas prolongadas geram mais erros, mais retrabalho e decisões de pior qualidade — além de impactos diretos na saúde. Dados internacionais já associam cargas excessivas de trabalho a maior risco de doenças cardiovasculares e morte.

Outro efeito direto da rotina hiperestimulada é a fragmentação da atenção. Cada interrupção — uma mensagem, uma notificação, uma troca de tarefa — exige que o cérebro reinicie seu foco.

Esse processo, que pode levar até 20 minutos para ser totalmente retomado, compromete não apenas a produtividade, mas também o aprendizado e a capacidade de inovação. “O profissional trabalha muito, mas não evolui. Está sobrevivendo, não crescendo”, resume Isa.

Quando o burnout aparece

O burnout raramente surge de forma abrupta. Ele se instala aos poucos, mascarado por uma aparente alta performance.

Entre os primeiros sinais estão irritabilidade, dificuldade de concentração, sono não reparador e perda de interesse pelo trabalho. “A pessoa continua entregando — e é exatamente por isso que ninguém percebe que ela já está adoecendo”, afirma Dr. Daniel. Esse quadro tem se refletido nos números: afastamentos por transtornos mentais cresceram de forma expressiva nos últimos anos, indicando que o problema já ultrapassou o campo individual e se tornou uma questão organizacional.

Pausas não são luxo — são parte do funcionamento do cérebro

Se o excesso de trabalho adoece, a solução não está apenas em reduzir horas, mas em reorganizar a forma de trabalhar.

O cérebro funciona melhor em ciclos de alta concentração seguidos de pausas. Sem esse intervalo, não há consolidação de memória, nem recuperação cognitiva.

Ainda assim, o descanso continua sendo negligenciado. Em muitos ambientes, parar é visto como falta de produtividade — quando, na verdade, é o que sustenta o desempenho. Assim, é possível concluir que nenhuma estratégia individual é suficiente em ambientes estruturalmente adoecedores. Na verdade, a empresa acha que está ganhando horas — e está perdendo cérebro.

A discussão começa a ganhar espaço regulatório. Normas recentes já tratam a saúde mental como risco ocupacional, colocando nas organizações a responsabilidade de gerir não apenas resultados, mas também a sustentabilidade do trabalho.

Produtividade não é sobre fazer mais. É sobre fazer melhor, com um cérebro que funcione em sua capacidade plena. E, para isso, a recuperação não é opcional. É parte do sistema.

Churrascada Comix evolui de vitrine artística em Goiás para plataforma de conexões e negócios no entretenimento

0
Divulgação

# Churrascada Comix evolui de vitrine artística em Goiás para plataforma de conexões e negócios no entretenimento

A Churrascada Comix, criada inicialmente como uma vitrine para artistas e contratantes de shows em Goiânia, vem ganhando proporções maiores e se consolidando como uma plataforma de conexões estratégicas no mercado de entretenimento e negócios. Em sua 5ª edição, marcada para o dia 12 de maio, o projeto reforça um modelo que une networking qualificado, experiências gastronômicas e música ao vivo.

A iniciativa da Comix Entretenimento reflete uma mudança no comportamento do mercado, ao criar espaços menos formais e mais eficientes para geração de negócios. Ao longo das edições, o público também se transformou, passando de fãs e contratantes para um perfil majoritariamente composto por empresários, investidores e tomadores de decisão.

“A Churrascada nasceu com foco na divulgação dos artistas da casa e na conexão com contratantes. Mas, ao longo das edições, fomos percebendo uma mudança natural do público e da dinâmica do evento”, afirma Stenio Pereira, sócio-investidor da Comix. “Hoje, ela se consolidou como um ambiente onde empresários se encontram para gerar negócios, trocar experiências e construir conexões reais, em um formato muito mais leve e eficiente do que os modelos tradicionais.”

Segundo ele, essa evolução foi construída gradualmente em Goiás, incorporando também iniciativas sociais e institucionais. “A partir da segunda e terceira edição, passamos a integrar o evento com ações da nossa associação, ampliando o diálogo com o meio político e fortalecendo projetos sociais. Isso trouxe uma camada ainda mais relevante de propósito e relacionamento”, explica.

Com o amadurecimento do projeto, a Comix identificou um posicionamento mais claro: o de atuar como um hub de relacionamento e influência dentro do setor. “Na última edição, ficou evidente que o principal valor da Churrascada é o networking. É um ambiente onde empresários com poder de decisão se conectam de forma natural, o que acaba gerando oportunidades reais de negócio”, destaca Stenio.

A edição deste ano mantém o formato exclusivo, com público limitado. A programação musical reúne nomes como Jiraya Uai, Gabriel Gava, Jennifer Scheffer, Breno Paixão, entre outros artistas, compondo a experiência que mistura entretenimento e relacionamento.

Além da presença física, a Comix também aposta na amplificação digital como parte do projeto, alcançando mais de 1,5 milhão de contas por mês e reunindo influenciadores que somam milhões de seguidores, o que amplia o impacto das marcas e conexões geradas no evento.

“Não é só sobre estar presente no evento, mas sobre fazer parte de um ecossistema que conecta pessoas que movimentam o mercado. Esse é o diferencial que construímos aqui em Goiás e que tem potencial de expansão para outros mercados”, completa.

SERVIÇO: 5ª edição da Churrascada Comix

Data: 12 de maio

Horário: A partir das 19h

Informações: (62) 99812-5951

@comixentretenimento

Método Business 220 reúne empresários em Alphaville com foco em crescimento estruturado e gestão estratégica

0
Raphael Costa

# Método Business 220 reúne empresários em Alphaville com foco em crescimento estruturado e gestão estratégica

Alphaville recebeu, nesta semana, mais uma edição do Método Business 220, imersão voltada a empresários que buscam crescimento estruturado e maior eficiência na gestão dos seus negócios. O encontro, conduzido por Raphael Costa, CEO do Grupo 220, reuniu empreendedores de diferentes setores com desafios em comum, como expansão desorganizada, sobrecarga operacional e dificuldade em formar equipes de alta performance.

No primeiro dia do evento, Raphael Costa já conduziu diversas dinâmicas entre os empresários participantes, promovendo interação, troca de experiências e reflexões importantes sobre como gerir uma empresa de forma eficiente e estratégica. Durante as atividades, foram debatidos temas essenciais para o crescimento sustentável dos negócios e o fortalecimento da liderança no ambiente empresarial.

Com mais de 12 anos de atuação no mercado e impacto direto em mais de 2 mil empresários, Raphael apresenta durante o evento a metodologia que já contribuiu para a reestruturação de mais de 1.300 empresas. O chamado Método 220 propõe uma mudança de mentalidade aliada à aplicação prática de ferramentas que organizam processos, fortalecem a gestão de pessoas e aumentam a lucratividade em um curto espaço de tempo.

“Crescimento sem estrutura gera caos. O empresário brasileiro tem muita força de execução, mas muitas vezes não tem clareza de processo e de gestão. Quando isso se organiza, o resultado aparece com previsibilidade”, afirma Raphael Costa.

Durante a imersão, um dos pontos centrais apresentados pelo especialista são os chamados “três Cs”, considerados por ele essenciais para o sucesso empresarial: capacidade ativada, coragem elevada e conduta aprimorada.

“Uma empresa forte nasce de pessoas preparadas, comprometidas e dispostas a evoluir todos os dias”, destaca Raphael.

Ao aprofundar o conceito de gestão de pessoas, Raphael apresentou aos participantes o que chama de “contexto da valorização”, destacando práticas simples, mas estratégicas, dentro das empresas.

“Valorizar pessoas não é discurso, é prática diária. É olhar nos olhos, agradecer individualmente, reconhecer de forma escrita, criar um onboarding especial com kit de boas-vindas, tornar datas comemorativas relevantes e reconhecer marcos como um ano de empresa. Quando você melhora a vida do colaborador, incentiva a troca de vícios por virtudes e envolve a família dele nesse processo, você constrói uma cultura forte”, explica.

No eixo de performance, o empresário também detalhou o “contexto do resultado”, com foco direto em metas e reconhecimento.

“Resultado precisa ser acompanhado e recompensado. Isso envolve ranking de vendas diário, reuniões de vendas todos os dias, metas anuais com três grandes alvos atrelados a recompensas e objetivos claros de lucratividade, principalmente para líderes. Além disso, reconhecer quem se destaca, premiar volumes de entrega e até surpreender com presentes por resultados expressivos cria um ambiente de alta performance. E tudo isso precisa ser acompanhado de reuniões gerenciais semanais com indicadores”, afirma.

Outro ponto abordado foi a importância do feedback constante como ferramenta de evolução dentro das equipes.

“Uma empresa que cresce escuta. É fundamental envolver as pessoas no que está acontecendo, ouvir o que elas pensam, incentivar novas ideias e também ter coragem de dar feedbacks sobre comportamentos que precisam melhorar. Feedback não é crítica, é construção”, pontua.

A imersão também trouxe o pilar do desenvolvimento contínuo, chamado por Raphael de “contexto do crescimento”, com investimentos diretos na formação de líderes e colaboradores.

“Crescimento exige investimento. Aqui, a gente fala de mentorias anuais robustas, cursos para líderes em áreas como tráfego, marketing digital, comunicação e gestão, além de treinamentos comportamentais constantes. Criamos momentos específicos para desenvolvimento, incentivamos leitura, aplicação de planos individuais de desenvolvimento e disponibilizamos conteúdos gravados para que o aprendizado continue no dia a dia”, explica.

Diferente de treinamentos tradicionais, o Business 220 se posiciona como uma experiência prática. Ao longo do encontro, os participantes são incentivados a identificar gargalos reais de seus negócios, revisar decisões estratégicas e sair com um plano de ação aplicável. A proposta abrange desde fundamentos técnicos, como marketing, vendas e finanças, até aspectos comportamentais do empreendedor.

“A empresa cresce na medida em que o empresário cresce. E isso envolve disciplina, mentalidade e princípios. Quando você alinha pessoas, processos e propósito, o crescimento deixa de ser sorte e passa a ser consequência”, finaliza Raphael Costa.

O evento em Alphaville reforça uma tendência crescente no mercado: a busca por modelos de gestão mais estruturados e menos baseados no improviso. Em um cenário econômico desafiador, encontros como o Método Business 220 ganham espaço ao oferecer não apenas conteúdo, mas direcionamento prático para empresários que querem crescer com consistência.

Advogado transforma autoridade digital em negócio e lidera expansão de clínicas odontológicas acessíveis no Nordeste

0
Reprodução

# Advogado transforma autoridade digital em negócio e lidera expansão de clínicas odontológicas acessíveis no Nordeste

A construção de uma marca pessoal forte pode abrir caminhos muito além da área de atuação original. É o que mostra o advogado Dr. Daniel, conhecido nas redes sociais e que está transformando sua autoridade no Direito da Saúde em um novo braço de negócios: a expansão de clínicas odontológicas com foco em implantes acessíveis.

Com quase 800 mil seguidores, Dr. Daniel consolidou sua presença digital ao traduzir temas complexos do universo jurídico especialmente relacionados a planos de saúde em conteúdos diretos e educativos. Esse posicionamento não apenas fortaleceu sua reputação profissional, mas também abriu oportunidades no campo empresarial.

Agora, ele participa de um projeto que pretende democratizar o acesso a tratamentos odontológicos de alto valor agregado, como implantes e protocolos (dentes fixos), com preços mais competitivos. A operação tem início no Ceará e já nasce com plano estruturado de crescimento.

A meta é ambiciosa: inaugurar até 30 unidades no Nordeste até o fim do ano.

Do digital para o físico

O movimento reflete uma tendência cada vez mais comum entre profissionais liberais: a transformação de audiência em ativos de negócio. No caso de Dr. Daniel, o conhecimento profundo sobre as dores dos pacientes adquirido tanto na prática jurídica quanto na interação com seguidores foi determinante para identificar uma demanda reprimida no setor odontológico.

A proposta das clínicas é atuar com escala, padronização de processos e negociação estratégica com fornecedores, permitindo reduzir custos sem comprometer a qualidade dos serviços.

Modelo com foco em acesso e volume

Diferente de clínicas tradicionais com posicionamento premium, o projeto aposta em volume e capilaridade. A ideia é ocupar cidades estratégicas do Nordeste, descentralizando o acesso a procedimentos que, historicamente, ficam concentrados em grandes centros urbanos.

Além disso, a atuação conecta dois pontos sensíveis do sistema de saúde: a dificuldade de acesso a tratamentos e a judicialização crescente na área um cenário que o próprio Dr. Daniel conhece de perto.

Posicionamento como ativo estratégico

Autor do livro “Vender não é opcional”, o advogado defende que comunicação e posicionamento são pilares fundamentais para qualquer profissional ou empresa que deseja crescer.

Na prática, ele aplica esse conceito ao transformar sua autoridade digital em um ecossistema que une influência, prestação de serviços e novos negócios.

Expansão como próximo passo

Com a operação iniciando pelo Ceará, o projeto busca validação rápida do modelo para acelerar a expansão regional. A expectativa é que, com a abertura das novas unidades, milhares de pessoas passem a ter acesso facilitado a tratamentos odontológicos de maior complexidade.

O movimento reforça uma mudança no perfil do empreendedor brasileiro: cada vez mais híbrido, combinando conhecimento técnico, presença digital e visão de mercado para criar soluções escaláveis.

Maternidade após os 40 dobra no Brasil e impulsiona busca por planejamento reprodutivo

0
Divulgação

# Maternidade após os 40 dobra no Brasil e impulsiona busca por planejamento reprodutivo

O perfil da maternidade no Brasil atravessa uma transformação estrutural. O que antes era visto como exceção, hoje é estatística consolidada: ter filhos após os 40 anos deixou de ser um evento isolado para se tornar uma realidade crescente. Segundo dados do IBGE, o número de brasileiras que se tornaram mães nesta faixa etária praticamente dobrou nas últimas duas décadas, saltando de 2,1% dos nascimentos em 2003 para 4,3% em 2023.

Para Dra. Graziela Canheo, especialista em reprodução humana da La Vita Clinic, esse movimento já é palpável na prática clínica. “O adiamento da maternidade acompanha escolhas como a busca por estabilidade e mudanças nos projetos de vida, mas exige que a mulher esteja atenta ao tempo, que segue sendo um fator determinante do ponto de vista biológico”, explica a médica.

O fator biológico e a janela de fertilidade

A ciência é clara: o tempo permanece como o principal desafio. “A mulher já nasce com um estoque limitado de óvulos, que declina em quantidade e qualidade com o passar dos anos”, explica Dra. Graziela Canheo. Segundo a médica, a queda se acentua drasticamente a partir dos 35 anos, o que tem levado o planejamento reprodutivo para dentro das consultas de rotina.

Para quem planeja adiar, a avaliação da reserva ovariana é o primeiro passo. Exames hormonais (como o AMH) e a contagem de folículos via ultrassonografia permitem mapear o cenário atual. “Embora não possamos medir a qualidade do óvulo diretamente, a idade da paciente é, hoje, o nosso principal indicador clínico”, pontua Graziela.

Ciência como aliada: Do congelamento à genética

Se a biologia impõe limites, a ciência oferece alternativas. O congelamento de óvulos consolidou-se como a “reserva de emergência” de muitas mulheres.

“É um processo seguro que preserva o potencial reprodutivo. Um óvulo congelado aos 30 anos mantém essa idade biológica, mesmo que a mulher decida engravidar após os 40”, explica a ginecologista Dra. Paula Fettback, especialista em Reprodução Humana pela FEBRASGO. O procedimento, que dura cerca de 10 dias de estimulação hormonal seguidos por uma coleta sob sedação, utiliza a técnica de vitrificação para garantir a integridade das células.

Além do congelamento, outras ferramentas aumentam as taxas de sucesso na gravidez tardia:

  • Análise cromossômica embrionária: Detecta anomalias genéticas antes da implantação.
  • Tecnologia Time-lapse: Monitoramento contínuo do desenvolvimento do embrião.
  • Check-up pré-gestacional: Avaliação rigorosa de hipertensão e diabetes, riscos mais comuns após os 40.

Estilo de vida e consciência

Não é apenas sobre tecnologia e ciência. O estilo de vida atua como coadjuvante essencial. Tabagismo, estresse crônico e privação de sono são inimigos diretos da fertilidade. Por outro lado, a maturidade pode trazer vantagens que compensam o desafio biológico.

“A saúde da mãe e do bebê está diretamente relacionada a esses cuidados, e a escolha de profissionais capacitados faz toda a diferença para que esse momento de maior estabilidade emocional e financeira seja vivido com segurança”, reforça Paula Fettback.

Com a medicina avançando para oferecer mais previsibilidade, a decisão de quando ser mãe pode ser uma escolha mais consciente e planejada.

Corretora aposta em Libras para ampliar acesso ao mercado imobiliário e reforçar inclusão em São Paulo

0

Prestes a completar 30 anos, Marina Faria alia empreendedorismo, formação em psicologia e atuação como palestrante para defender acessibilidade e protagonismo feminino no setor


Em um mercado historicamente marcado por abordagens padronizadas de atendimento, a corretora de imóveis Marina Faria tem apostado na inclusão como estratégia central de atuação. Em São Paulo, a profissional vem se especializando em Libras (Língua Brasileira de Sinais) com o objetivo de atender pessoas surdas e ampliar o acesso desse público ao mercado imobiliário, um movimento ainda pouco explorado no setor.

De acordo com o IBGE, o Brasil possui milhões de pessoas com algum grau de deficiência auditiva, o que evidencia a relevância de iniciativas voltadas à acessibilidade na comunicação. Ainda assim, a inclusão desse público em setores como o mercado imobiliário segue limitada, especialmente pela ausência de profissionais preparados para atender em Libras, cenário que começa a ser tensionado por novas abordagens no empreendedorismo.

A iniciativa surge a partir da percepção de uma lacuna relevante na comunicação entre corretores e clientes com deficiência auditiva. Ao investir na aprendizagem de Libras, Marina busca não apenas facilitar negociações, mas também promover autonomia e segurança para esse público em um dos momentos mais importantes da vida financeira: a aquisição de um imóvel.

Além da atuação no mercado imobiliário, Marina Faria também constrói uma trajetória multidisciplinar. Atualmente cursando graduação em Psicologia, ela integra conhecimentos sobre comportamento humano à prática comercial, o que contribui para uma abordagem mais empática e estratégica no relacionamento com clientes.

A corretora também tem se destacado como palestrante, levando temas como inclusão, comunicação e empreendedorismo para diferentes públicos. Entre as empresas onde já se apresentou estão a Enel São Paulo, do setor de energia, e a Plano & Plano, incorporadora e construtora com forte presença no mercado imobiliário paulista. Nessas ocasiões, Marina compartilha experiências práticas e reflexões sobre acessibilidade, posicionamento profissional e inovação no atendimento.

Sua trajetória dialoga diretamente com o avanço do empreendedorismo feminino no Brasil, especialmente em setores tradicionais. Ao assumir uma postura ativa na construção de soluções inclusivas, Marina representa um novo perfil de profissional: mais atento às demandas sociais, preparado tecnicamente e comprometido com transformação.

Em um cenário em que diversidade e acessibilidade ganham cada vez mais relevância nas pautas corporativas e sociais, iniciativas como a de Marina Faria indicam caminhos possíveis para tornar o mercado imobiliário mais democrático, humano e alinhado às necessidades contemporâneas.

Comédia jovem A.M.I.G.A.S. retorna a São Paulo a partir de 1º de maio no Teatro SABESP Frei Caneca

0

Sucesso de público a comédia A.M.I.G.A.S., criada para para o público jovem e adulto a partir no livro homônimo de Cláudia Mello, retorna a São Paulo para uma temporada de  1º a 31 de maio no Teatro Sabesp Frei Caneca, com apresentações às sextas e sábados às 20h e domingos às 19h (uma sessão acontece no dia 28 de maio às 20h). O patrocínio é da Bradesco Seguros.

A história gira em torno das amigas Aline, Dil e Dadá, com seus encontros e desencontros amorosos, suas expectativas nas relações, suas frustrações e seus desejos. Julia Iorio, Leticia Braga Isabel Castello Branco interpretam essas personagens que criam a Associação das Mulheres Interessadas em Gargalhadas, Amor e Sexo. 

Para contracenar com o elenco feminino, o ator Bernardo Coimbra dá vida a vinte personagens diferentes no decorrer das cenas. Na montagem anterior, quem se desdobrava em diversos papéis era Ernesto Piccolo, diretor da montagem atual.

A primeira montagem desse texto aconteceu há 26 anos com grande sucesso de público. A ideia de remontá-lo surgiu em 2025, motivada pelo encontro do diretor com Julia Iorio, filha do autor Duda Ribeiro, que faleceu em 2016. Essa reunião foi o impulso que faltava para viabilizar o sonho que ela tinha desde os 10 anos, quando assistia à fita da peça na casa do pai. 

Assim, Iório convidou suas amigas Isabel Castello Branco, filha de Maneco Quinderé (que também esteve na primeira versão da peça), e Luiza Lewicki para adaptar o texto para os nossos dias. Também foi convidada ao projeto a produtora Joana Motta, que, assim como o diretor, era muito amiga do autor.

“O teatro é feito de equipe, então é muito legal, 26 anos depois, trabalhar com os filhos dos parceiros da primeira equipe. Julia, Luiza e Isabel são três meninas cheias de gás, de energia, muito criativas, que adaptaram o texto brilhantemente para os tempos modernos, mais o Bernardo arrebentando com suas várias personagens. Ando me divertindo muito. Tá sendo feito com amor”, diz o encenador.

Além da direção e da produção ficarem a cargo de profissionais experientes, o design de luz assinado por Quinderé e Ronald Teixeira, que também integrou a equipe anterior. Já os figurinos são assinados por Antonio Rocha; a programação visual e cenografia, por Antonia Motta; e a direção de movimento, por Julia Varga Marcela Pires.

O sucesso total de público na nova montagem de A.M.I.G.A.S. garantiu outras temporadas no ano passado , e tanto Julia Iorio quanto Bernardo Coimbra foram indicados ao Prêmio FITA 2025 (Festa Internacional de Teatro de Angra), na categoria Ator Revelação. Bernardo foi o vencedor do prêmio.

A.M.I.G.A.S. é uma peça leve que promete divertir o público e que ressalta sobretudo, a amizade, com todas as dores, delícias, confusões e intensidades presentes nessa relação afetiva que desafia o tempo.

Sinopse

A amizade de três jovens, sua cumplicidade e parceria costuram as situações apresentadas e são o ponto de partida para a criação da Associação das Mulheres Interessadas em Gargalhadas, Amor e Sexo (A.M.I.G.A.S.)em que elas registram suas experiências vividas.

Serviço
A.M.I.G.A.S.

Temporada: de 1/5 até 31/5 – sextas e sábados às 20h e domingos às 19h, com uma sessão extra na quinta dia 28/5 às 20h.

Teatro SABESP Frei Caneca – Rua Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo (dentro do Shopping Frei Caneca, 7º andar).

Ingressos: plateia baixa – R$150 (inteira), R$75 (meia-entrada); plateia – R$140 (inteira), R$70 (meia-entrada).
Venda online: https://uhuu.com/evento/sp/sao-paulo/amigas-15904
Bilheteria: de terça a sexta-feira, das 12h às 15h e das 16h às 19h; aos sábados, domingos e feriados, das 14h às 20h. Em dias de evento, a bilheteria permanece aberta até 30 minutos após o início do espetáculo.
Duração: 80 min
Gênero: Comédia
Classificação indicativa: 16 anos
Capacidade: 600 lugares
Acessibilidade: teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida

Socorro (SP) sedia a 1ª etapa da MotoclimbBrasil com presença internacional do tetracampeão Roel Geurts

0

Uma das grandes atrações é a presença confirmada do piloto belga tetracampeão Roel Geurts, considerado o Rei do Morro, é invicto por subir morros totalmente íngremes em campeonato que acontece na Bélgica, há 25 anos.

A competição terá 06 categorias: Amador Open, Nacional Pro, Importada Pro, Modificada Open e a novidade é a Kids.
O evento acontece em Socorro pela sua topografia, inserida na Serra da Mantiqueira, a cidade oferece o cenário ideal para com encostas íngremes e solo diversificado.

Socorro é nacionalmente reconhecida pelo turismo de Aventura, Ecoturismo e Destino Duas Rodas.