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Geandson Rios Vence Processo Contra Ex-Vocalista E Banda Falsa

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Geandson Rios, criador e vocalista da icônica banda Djavú, formada em 2008, obteve uma importante vitória na Justiça no último dia 13 de março. A sentença foi favorável ao cantor em um processo contra a ex-vocalista Nadila Freire, a empresa M&P Ferreira, DJ Maluco e Juliana Bonde, responsáveis pela criação de uma banda que se autodenomina Djavú, surgida no final de 2023. Além de usurpar o nome do grupo original, os réus vinham atacando publicamente Geandson, tentando deslegitimar seu papel como fundador e artista principal.

Geandson Rios , criador e vocalista da Banda Djavú

Na decisão, o juiz Guilherme Nunes, da Vara Empresarial da Capital, determinou que os réus estão proibidos de utilizar a marca Djavú, resguardando assim a identidade e os direitos do verdadeiro criador da banda.

A advogada de Geandson, Dra. Larissa Marques, destacou que a justiça prevaleceu e que os envolvidos deverão responder por suas condutas irregulares. “A verdade sempre vence, e essa decisão reforça o direito do meu cliente sobre o nome e a história da banda que ele criou”, afirmou.

Desde 2023, Geandson trava uma batalha judicial contra a M&P Ferreira Produções, que vinha promovendo uma formação alternativa do Djavú, com novos integrantes, explorando uma abordagem mais sexualizada e distante da essência original da banda.

Após a vitória na Justiça, Geandson compartilhou seu alívio e gratidão: “Essa decisão me traz mais segurança, pois enfrentar um processo desse porte não é fácil. Penso muito nos meus fãs e no impacto que toda essa confusão tem causado, principalmente diante dos ataques constantes de DJ Maluco nas redes sociais. Mas sigo firme, pois sei que, no fim, a verdade prevalecerá. A justiça pode tardar, mas jamais falha.”

Banda Djavú com Geandson Rios e Keytte Moreno

A defesa de Geandson está a cargo da renomada advogada Larissa Marques, reconhecida por atuar na assessoria jurídica de diversas celebridades e grandes empresários. Com um histórico de vitórias expressivas no meio artístico e corporativo, a Dra. Larissa reafirma seu compromisso em garantir que os direitos do cantor sejam integralmente respeitados.

Ready to be Hated se aproxima do álbum de estreia com o novo single “Searching for Answers”

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Show de lançamento do vindouro disco será realizado no festival Bangers Open Air

A Ready to be Hated segue uma intensa trajetória rumo ao lançamento do álbum de estreia, apresentando o single “Searching for Answers”, disponível em todas as plataformas digitais. A faixa chega acompanhada de um lyric video no canal Luis Mariutti, reforçando a identidade sonora e a mensagem impactante da banda.

Quarta música lançada pelo grupo, “Searching for Answers” traz uma reflexão profunda sobre os desafios internos e a busca por propósito, abordando sentimentos de solidão e incerteza, mas também trazendo uma mensagem de superação e conexão. A música destaca que, apesar das dificuldades, ninguém está sozinho nessa jornada.

“É muito importante entender que, na vida, muitas vezes questionaremos profundamente o nosso lugar no mundo e isso pode gerar ansiedade, angústia e até depressão. Acho importante as pessoas saberem que não estão sozinhas com esses sentimentos e que existe resposta para eles. No silêncio da meditação estão essas respostas”, comenta o vocalista Thiago Bianchi, dono de uma extensa carreira como músico e também produtor.

Sobre a parte musical, o consagrado baixista Luís Mariutti – uma referência no instrumento e que marcou história no metal ao gravar discos clássicos com Angra e Shaman, entre outros –, adiciona: “Acredito que os ouvintes vão se surpreender. ‘Searching for Answers’ é uma música forte, com uma melodia que remete aos anos 1980, mas, ao mesmo tempo, apresenta um som moderno e poderoso. Uma música muito especial em diversos aspectos, com o melhor som de baixo que já tirei!”.

A banda, que além de Mariutti e Bianchi, conta também com o guitarrista Fernando Quesada (ex- Shaman e Noturnall) e com o baterista Rodrigo Oliveira (Korzus), vem conquistando espaço na cena metal, com a grande repercussão dos singles anteriores: “Something To Say”, “Us Against Them” e The Old Becomes the New”. O Ready to be Hated segue em frente com força total, e se prepara para um grande momento: O lançamento do álbum no festival Bangers Open Air, no dia 04 de maio, domingo.

Ouça agora “Searching for Answers”: https://open.spotify.com/intl-pt/album/5i3eW0nJ04EuLYLVyUtQy2

Assista ao lyric video: https://www.youtube.com/watch?v=XAuXanXLXSo

Siga em @readytobehated

Matheusinho e o Camp SLZ: A força da música nordestina em um novo capítulo

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O cenário musical nordestino está vivendo um momento de efervescência criativa, e o EP Camp SLZ chega para consolidar essa nova fase. Com uma fusão envolvente de trap, funk e afrobeat, o projeto reúne talentos de Pernambuco, Bahia, Ceará e Maranhão em um trabalho colaborativo que promete marcar a cena musical brasileira. Entre os destaques do EP está Matheusinho, artista maranhense que vem conquistando espaço com seu timbre único e suas composições autênticas.


Em entrevista exclusiva, Matheusinho compartilhou suas experiências no projeto, sua visão sobre a música nordestina e seus planos para o futuro.


“O Camp foi um divisor de águas”


Participar do Camp SLZ foi mais do que apenas gravar músicas. Para Matheusinho, a experiência representou um aprendizado intenso, tanto no aspecto criativo quanto no administrativo.


“O camp acabou acrescentando aprendizados e muitas informações importantes para minha carreira, tanto na área musical quanto na área administrativa. Por ser um dos idealizadores, me sinto realizado em lembrar que de uma conversa conseguimos imprimir e realizar a ideia.”


A troca entre os artistas envolvidos também foi um diferencial. Para ele, a diversidade cultural dos participantes foi um dos pontos altos do projeto:
“A música tem esse poder de misturar, criar e inovar. Cada artista trouxe sua autenticidade e, ao mesmo tempo, conseguimos entrar em sintonia. Foi isso que aconteceu e acontece quando talentos com culturas distintas falam o mesmo idioma: a música.”


Nordeste no topo: identidade, resistência e sonhos


A valorização da cena musical nordestina é um dos pilares da carreira de Matheusinho. Ele faz questão de carregar suas raízes em cada projeto e vê a música como uma ferramenta poderosa para fortalecer a identidade regional.
“Fortalecer o Nordeste é fortalecer a mim mesmo. Meu corre diz muito sobre de onde vim e o que tenho para todo mundo ouvir e sentir.”


Apesar das conquistas, a trajetória do cantor não foi fácil. Ele relembra os desafios enfrentados e a dificuldade de se estabelecer como artista no Maranhão:
“Acredito que minha maior luta foi pela arte. De onde eu vim, os sonhos muitas vezes são massacrados pela pobreza nas comunidades. Mas a gente segue acreditando e fazendo por onde, chegando cada vez mais longe.”


Com fé e determinação, Matheusinho segue construindo seu caminho. Para ele, transmitir emoção na música não tem fórmula certa, mas exige verdade:
“Você precisa cantar o que sente. A voz também carrega emoção. Sensibilidade é essencial para tocar o público, seja qual for o estilo.”


O futuro da música nordestina e os próximos passos


O cantor tem uma visão otimista sobre o futuro da música nordestina e acredita que o reconhecimento da cena só tende a crescer:
“Vejo um futuro gigantesco para a música do Nordeste, mostrando de vez seu valor. Espero que possamos mudar não só a música, mas também a sociedade nordestina.”
E os planos para o futuro já estão em andamento. Além de uma série de lançamentos, Matheusinho trabalha na finalização de um álbum que promete explorar ainda mais sua versatilidade artística:
“Tenho muitos singles para lançar e um álbum que espero finalizar este ano. Quero continuar explorando cada estilo de música que me tocar como artista.”


Com talento, autenticidade e determinação, Matheusinho segue firme na missão de levar a música nordestina cada vez mais longe. O Camp SLZ é apenas o começo de uma trajetória que promete fazer história.

Flamengo Lança Projeto De Resgate A História E Aos Ídolos Do Rubro-Negro

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Coquetel de lançamento reúne grandes nomes do futebol do clube, jornalistas e os familiares dos jogadores que fizeram história

O FLAMASTER dá um passo importante na valorização de sua história com o lançamento do FlaMaster 2025, o novo braço do clube dedicado à preservação da memória e ao reconhecimento dos ídolos que marcaram gerações.

O evento acontece em um coquetel especial no Salão Nobre do clube na próxima segunda-feira (17/03) e contará com a presença de lendas do Mengão, como Zico, Júnior, Petkovic, Léo Moura, entre outros craques que escreveram seus nomes na gloriosa trajetória rubro-negra.

Leonardo Morais, novo gestor de marketing do FLA Master, conta que o principal objetivo é resgatar, valorizar e reaproximar os grandes ídolos da torcida. A iniciativa reforça o compromisso em manter viva a história desses ídolos, promovendo ações que conectam passado, presente e futuro.

“Esse projeto é uma homenagem aos nossos craques e uma forma de reconhecer a importância. O torcedor tem um carinho enorme por esses ídolos, e queremos criar ainda mais oportunidades para essa conexão acontecer”, afirma Morais.

A presidência do FLAMASTER é composta pelo campeão mundial Andrade e seu vice presidente Júlio César Uri Geller.

O evento de lançamento do FlaMaster marca o início de uma série de ações que incluem eventos comemorativos, partidas festivas e iniciativas institucionais para manter os ídolos rubro-negros sempre próximos ao clube e à Nação.

Serviço 📍 Local: Salão Nobre do Clube de Regatas Flamengo 📅 Data: 17 de março ⏰ Horário: a partir das 19h

Mais informações para a imprensa: [Thuany Correa / Gabryel Strauch – TC Sports / thuany@tcsports10.com]

FlaMaster #CRF #ÍdolosEternos #NaçãoRubroNegra

A Ascensão Brilhante de uma Lash Designer: Superando Desafios e Transformando Vidas

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Em um mundo onde a beleza e a autoestima caminham lado a lado, a história de Deyse Stein se destaca como um exemplo de resiliência e sucesso. Com oito anos de experiência como lash designer, ela não é apenas uma profissional reconhecida, mas também a maior vencedora de campeonatos do mundo na sua área, acumulando impressionantes 80 pódios.

Formada em Recursos Humanos, Deyse percebeu que sua verdadeira paixão estava nas extensões de cílios. “A jornada não foi fácil. No início, a falta de informação e as dificuldades me fizeram pensar em desistir”, lembra. No entanto, sua determinação e otimismo a levaram a se destacar em um mercado em expansão.

A maternidade trouxe novos desafios. Após o nascimento de sua filha, Elisa, em janeiro de 2020, Deyse enfrentou uma pandemia que quase levou seu negócio à falência. “Eu decidi me dedicar à minha filha nos primeiros meses de vida, mas a vontade de voltar aos atendimentos nunca me abandonou”, conta. Com esforço, ela conseguiu se reerguer, começando a competir em campeonatos quando Elisa tinha sete meses.

As competições abriram portas inesperadas. “Descobri uma paixão por competir e, com isso, fui convidada para palestrar em eventos no Brasil e no exterior. O reconhecimento veio junto com as vitórias”, explica. Hoje, Deyse Stein é jurada e organizadora de campeonatos, além de educadora de alongamento de cílios, ministrando cursos presenciais e online.

Além de sua carreira como lash designer, ela é afiliada do Conselho Nacional de Beleza (CNPB) e embaixadora da Beautify, a maior marca de adesivos do Brasil. Com um estúdio de cílios bem conceituado em Brasília e uma equipe dedicada, Deyse se tornou uma referência no setor, mudando a vida de mais de 2.000 pessoas.

Sua maior motivação? “Ver o quanto trilhei um caminho árduo e não desisti. Minha família e minha filha são a força que me impulsiona a seguir em frente”, afirma. Com planos de expandir seu conhecimento para o mundo todo e mostrar o poder transformador da extensão de cílios, Deyse Stein  está apenas começando. No horizonte, ela sonha em gerar mais empregos e oportunidades na sua profissão, compartilhando suas técnicas inovadoras e inspirando novas profissionais a seguir seus passos. “A extensão de cílios é uma arte que transforma a autoestima das mulheres. Estou aqui para mostrar isso ao mundo”, conclui

Instagram: @deysesteincilios

D$ Luqi lança “COLEUS”: Um diário de mágoas, resistência e batidas viciantes

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Novo álbum do rapper carioca transforma dor em arte e já está disponível nas plataformas digitais

O rapper D$ Luqi acaba de lançar “COLEUS”, um álbum intenso e visceral que mergulha nas complexidades do rancor, do amor e da busca por pertencimento. Disponível a partir desta sexta-feira (14), o projeto reúne nove faixas produzidas por nomes como Raiashi, Jango e Vidari, explorando sonoridades que transitam entre o trap sombrio e o glitch hop dançante.

Antecipado pelo single “koi no yokan freestyle”, que já ultrapassa 180 mil streams, o disco consolida Luqi como uma das vozes mais autênticas de sua geração. Em entrevista, o artista define o álbum como “um diário aberto”, repleto de emoções cruas e batidas afiadas.

O título “COLEUS” faz referência à planta conhecida como “coração magoado”, simbolizando a dualidade entre dor e resistência. Essa ambiguidade se reflete nas letras afiadas do álbum, que mesclam espiritualidade, desilusões amorosas e críticas sociais. Na faixa de abertura, “os humilhados serão exaltados”, Luqi evoca justiça ancestral com versos carregados de resiliência: “Nunca esqueci de quem tacou pedra quando eu tava por baixo / Quem me protege não dormiu, ele tá palmeado.” Já em “eu não aguento mais”, o rapper desabafa sobre o colapso de um relacionamento, enquanto “adrenocromo” brinca com teorias da conspiração para narrar uma dependência emocional sufocante.

Entre os destaques do álbum, “corvos guardam rancor” se sobressai como um hino de resistência, onde Luqi transforma humilhação em combustível para seguir em frente. No interlúdio “lucas tinha um sonho”, ele aborda a saúde mental na periferia com uma narrativa sensível e dolorosa, ecoando realidades invisibilizadas.

O disco se encerra com “sublime nostalgia”, um retrato melancólico da era digital, onde o rapper reflete sobre conexões perdidas e a superficialidade das interações virtuais. Com melodias etéreas e sintetizadores suaves, a faixa fecha o projeto com um clima de despedida. Nascido em Duque de Caxias, D$ Luqi imprime em “COLEUS” suas referências e experiências pessoais. Em “koi no yokan freestyle”, ele homenageia o Deftones, banda que marcou sua juventude, enquanto em “segue o baile”, transforma uma desilusão amorosa em um hit de batidas aceleradas.

O álbum também dialoga com as angústias da geração Z, abordando temas como a dependência digital (“Minha felicidade, uma notificação”) e a incerteza nos relacionamentos (“Pra que tanta briga? Isso não tem a ver”).

Sobre a recepção do álbum, Luqi é direto: “Se alguém ouvir ‘lucas tinha um sonho’ e se sentir menos sozinho, ou ouvir ‘corvos’ e entender que rancor pode virar força, meu trabalho tá feito. COLEUS é um abraço pra quem nunca foi abraçado.” Ele reforça que cada faixa foi escrita como se fosse a última, sem metáforas embelezadas: “É sangue, suor e lágrima mesmo. Até as batidas foram escolhidas pra cortar, não pra agradar.” Com essa intensidade, “COLEUS” se posiciona como um dos lançamentos mais autênticos e impactantes do rap nacional em 2025.

Eloi e o Camp SLZ: A fusão de talentos que fortalece o trap nordestino

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Cantor destaca importância da colaboração e autenticidade no cenário musical


A música urbana do Nordeste ganhou um novo marco com o lançamento do EP Camp SLZ, projeto colaborativo que reúne talentos emergentes da região e aposta na fusão entre trap, funk e afrobeat. Entre os nomes que se destacam está Eloi, ex-integrante do grupo Ficha Mob, que traz para o EP sua autenticidade e experiência dentro do trap e do plug.

Foto: Divulgação


Em entrevista exclusiva, Eloi compartilha os bastidores do projeto, suas influências e sua visão sobre o futuro da música nordestina. Segundo ele, participar do Camp SLZ foi uma experiência única, que não só o ajudou a se conhecer melhor artisticamente, mas também permitiu uma troca enriquecedora com outros músicos e produtores.


“Poder estar próximo de artistas de diferentes estados, com outras ideias e bagagens musicais, me acrescentou bastante. Cada um trouxe um pouco da sua cultura e vivência para o projeto, o que tornou as colaborações ainda mais ricas”, afirma.


Além da valorização da identidade musical nordestina, Eloi ressalta que o Camp SLZ reforça a importância de os artistas locais se unirem e se fortalecerem sem a necessidade de se moldar a estilos externos para serem aceitos no cenário nacional.


“Muitos artistas bons perderam sua essência tentando se adequar ao que o mercado quer. Mas acredito que devemos nos valorizar e continuar investindo no que é nosso, sem perder a originalidade”.


Com influências que vão de Matuê a clássicos do hip-hop dos anos 90 e 2000, Eloi busca transmitir sentimentos verdadeiros através de suas faixas, refletindo momentos e experiências pessoais. Para ele, a autenticidade é o que torna a música marcante e faz com que as pessoas se identifiquem com suas letras.


“Sempre busco ser o mais verdadeiro possível, expondo minha maneira de pensar e minhas vivências. Acho que isso faz meu som único”.


Sobre o futuro, Eloi traça planos ambiciosos. Ele deseja se consolidar nacionalmente, lançar seu próprio selo musical e investir em novos talentos, especialmente em sua cidade natal.


“Quero trazer o trap para minha cidade e criar referências próximas para a nova geração que sonha com a música. Acredito que eles precisam ver que é possível crescer sem precisar sair daqui”.


Para os fãs, Eloi promete uma sequência de lançamentos mais agressivos, mostrando um novo lado seu no cenário musical.


“O Eloi pode ser um cara calmo, mas o Ennedê (seu alter ego) nem tanto”, adianta.


A seguir, confira trechos da entrevista completa com o artista:


Entrevista exclusiva com Eloi


P: Como foi a experiência de trabalhar em um projeto tão colaborativo e o que isso acrescentou à sua música?


Eloi: Foi uma experiência completamente única. Eu ainda não tinha vivenciado nada semelhante, e isso me fez me conhecer melhor artisticamente. Além disso, estar próximo de outros artistas e produtores diferentes, de outros lugares, com outras ideias e mais bagagem, me acrescentou bastante.


P: O Camp SLZ é uma verdadeira fusão de talentos de várias partes do Nordeste. Como você acredita que a diversidade cultural da região influenciou o som do projeto?


Eloi: Cada artista trouxe um pouco da sua região, seus costumes e sua forma de pensar para dentro da musicalidade, tornando a colaboração ainda mais interessante, até mesmo na convivência diária.


P: O que você mais aprendeu ao colaborar com os outros participantes do projeto?


Eloi: A ter consciência e respeito pelo momento de cada um, técnicas vocais e concentração.


P: Como você lida com a pressão de criar algo inovador dentro de um gênero que está em constante ascensão?


Eloi: Sempre busco ser o mais verdadeiro possível, expondo minha maneira de pensar e relatando as minhas vivências. Acredito que isso torna meu som único e original, e por isso as pessoas se identificam.


P: O que você acredita que é mais importante para um artista quando se envolve em projetos colaborativos como o Camp SLZ?


Eloi: O networking e o aprendizado a partir da experiência.


P: Quais são seus próximos projetos?


Eloi: Vou lançar uma sequência de músicas um pouco mais agressivas, trazendo um lado diferente do Eloi. O Ennedê vem aí!


Com o Camp SLZ consolidando seu nome no cenário, Eloi prova que o trap nordestino está mais vivo do que nunca e pronto para conquistar novos espaços.

D$ Luqi transforma dor em arte no álbum COLEUS

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Rapper mistura trap, glitch hop e letras viscerais para retratar a Geração Z


O rapper D$ Luqi lança, nesta quinta-feira (14), o álbum COLEUS, um mergulho intenso na resiliência e nos dilemas da juventude atual. Com produção de Raiashi, Jango e Vidari, o projeto reúne nove faixas que transitam entre a fúria do rap e a melancolia do glitch hop, explorando temas como desilusões amorosas, vícios digitais e memórias que insistem em permanecer.


Entre os destaques do disco está “corvos guardam rancor”, uma explosão de vingança com batidas industriais e o verso impactante “Quem me bateu já esqueceu, mas eu não vou esquecer”. Em “sublime nostalgia”, sintetizadores melancólicos traduzem o peso da era digital, enquanto “lucas tinha um sonho” emociona ao narrar a invisibilidade social de um jovem ignorado até pela própria família.


Ex-professor de português em Duque de Caxias, Luqi carrega em sua música referências que vão dos tambores de terreiro (“os humilhados serão exaltados”) ao rock alternativo do Deftones (“koi no yokan freestyle”, que já soma 185 mil streams). “Minha música é para quem guarda cicatrizes como troféus”, define o artista.


Confira o álbum completo:
🔗 beacons.ai/ds.luqi

INTIMI Expo 2025: INTT Cosméticos traz inovações exclusivas para o maior evento de sexualidade e bem-estar

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A INTT Cosméticos, gigante no segmento de produtos íntimos no Brasil e na Europa, estará em grande destaque na Intimi Expo 2025, que acontece entre os dias 21 e 23 de março, no Anhembi, em São Paulo.
 
Com quase duas décadas de expertise, a marca se firmou como líder no mercado de sexualidade e bem-estar, e promete surpreender os visitantes com inovações disruptivas e as tendências mais quentes do setor. A participação da INTT na feira será uma verdadeira imersão no futuro dos cuidados íntimos, com soluções que vão transformar a experiência de quem busca qualidade, saúde e prazer.

Foto: Divulgação

Sob a liderança de Stephanie Seitz Meza (CMO), a empresa se destaca pela combinação de inovação e empoderamento feminino. Com um portfólio de mais de 400 produtos e brinquedos íntimos, a INTT tem conquistado não só o mercado brasileiro, mas também se expandido por toda Europa, além de estar presente na América Latina e Ásia. Em 2023, por exemplo, a marca vendeu 100 mil vibradores da linha própria, o que demonstra seu crescimento contínuo e sua aceitação no mercado internacional.
 
Durante a Intimi Expo 2025, a INTT vai ocupar um stand de 552m², com uma decoração impactante na cor vermelha, que refletirá a essência da marca: paixão, inovação e qualidade. O stand será o centro das atenções, apresentando mais de dez lançamentos exclusivos de produtos e brinquedos íntimos, além de oferecer uma experiência imersiva para todos os visitantes.
 
Na feira, Laura Muller, renomada sexóloga, que estará no stand da INTT na sexta-feira, proporcionando um bate-papo exclusivo sobre sexualidade e bem-estar. Além disso, a marca promoverá 18 palestras com especialistas renomados, abordando temas como saúde sexual, empoderamento feminino, inovação e as últimas tendências do mercado erótico. Essas palestras serão um ponto de encontro para aqueles que buscam conteúdo de qualidade e uma visão mais ampla sobre a sexualidade e o bem-estar.
 
A atração bombástica no sábado será o grande momento da feira, com uma surpresa que promete agitar o evento e atrair ainda mais público para o stand da INTT.
 
Para encerrar o evento com estilo, a INTT Folia será uma festa exclusiva, marcada para o sábado após a feira, onde os visitantes poderão celebrar, fazer networking e se divertir, criando um ambiente único e descontraído para todos.
 
Com grandes novos projetos e expansão internacional em andamento, a INTT Cosméticos fecha o ano com grandes expectativas e promete continuar sendo uma das principais referências no mercado de produtos íntimos. Sua participação na Intimi Expo 2025 é uma prova de seu compromisso com a inovação, o empoderamento feminino e o crescimento contínuo, tanto no Brasil quanto no exterior.
 
www.lojaintt.com.br
@inttcosmeticos

Magistry: já disponível nas plataformas digitais o álbum The New Aeon

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Trabalho marca a estreia em estúdio da banda curitibana de heavy metal sinfônico

Na quarta-feira (05 de março), foi lançado em todas as plataformas digitais o álbum The New Aeon, que marca a estreia da banda curitibana de heavy metal sinfônico Magistry. Composto por 11 músicas em 43 minutos, apresenta uma banda criativa e instrumentalmente riquíssima, combinando elementos de subgêneros do metal como o death, o gothic e o doom metal.

Liricamente, o álbum convida o ouvinte a explorar o desconhecido ao tratar de temas como a autotransformação dos seres-humanos por meio de conhecimentos ocultos. O tecladista Tiago Parpinelli comenta que o instrumental do disco foi pensado para complementar as letras, representando emoções por meio do som: “Nas orquestrações, procurei referências entre os movimentos artísticos que mais gosto, que são o barroco e o romântico. Todas as texturas orquestrais, assim como os corais, foram pensadas para trazer um clímax a mais em todas as músicas. Como harpista, também fiz questão de trazer o meu instrumento para o metal, criando uma combinação inusitada em algumas faixas”.

Ouça aqui o disco: https://open.spotify.com/intl-pt/album/7r7U8RFNAyItqyxB6BTN7D

Segundo o tecladista Tiago Parpinelli, o álbum já foi batizado de The New Aeon antes mesmo do Magistry existir, quando reencontrou algumas de suas antigas composições: “Tive a ideia de gravar essas canções de forma despretensiosa, sem intenção de montar a banda de fato. Algo como parir um filho e trazer a ideia ao mundo. A ideia do nome veio justamente da ideia de dar uma nova era, uma nova vida para essas músicas; a maioria tem mais de 12 anos”, explica.

The New Aeon
O guitarrista João Borth destaca a faixa “While”, que considera uma das canções mais desesperançosas do álbum e, segundo ele, era originalmente acústica, mas foi rearranjada para a poética e linguagem do Magistry: “A canção trata de uma espécie de solidão compartilhada, pois o eu-lírico observa alguém que o acompanha, mas de uma forma passiva. Atém-se à respiração e a outros detalhes enquanto vê o tempo passar, o sol se pôr e finalmente, a escuridão se abater sobre o ambiente”.

Outra faixa destacada por Borth é “Swing to the Circles of Time”: “nasceu como uma canção para piano e voz, na qual o eu-lírico busca conhecer a si próprio frente às adversidades do cotidiano, a fim de transcender o espaço e o tempo, tornando-se infinito. A personagem relata que, mesmo que terceiros a queiram ver sofrer, ela encontrará sua própria luz, e então dançará pelos círculos do tempo”.

A vocalista Lya Seffrin e o guitarrista e vocalista Leonardo Arentz dissecaram a música “Piece of Me”. Seffrin explica que a canção foi pensada para conter uma sonoridade mais suave: “algo mais tênue e sofrido, caracterizado pela voz de cabeça. Também fizemos uma versão que continha mais punch na voz, com a predominância da voz de peito, que trazia o sofrimento de uma forma mais densa. No fim, resolvemos transformá-la em um Frankenstein, misturando as duas propostas em uma só. Recebemos muito feedbacks positivos dessa música e dessa dinâmica bem variada entre as vozes. Agora, consigo ver como essa dualidade na voz é capaz de representar a mensagem da música de uma forma interessante, e fiquei feliz com o resultado”.

Arentz adiciona que a canção traz um dos sentimentos mais primordiais sobre perda que podemos sentir e a compara com outra música do disco, “The White Shores”: “assim como ‘The White Shores’, conta com uma letra bem melancólica que fala sobre alguns aspectos do luto e seus trajetos até a ‘melhora’ da alma, seja sobre um ente querido, um amigo que já se foi ou até mesmo um antigo amor já passado. ‘The White Shores’ pega muito pesado para mim, pois seu conteúdo engata em um assunto de perda muito pessoal”, explica.

O guitarrista e vocalista ainda apontou “Black Abyss” como sua canção favorita de The New Aeon: “é a canção onde mais posso expressar todo o potencial dos meus guturais adquiridos pelos anos na música, e não tenho palavras para descrever o turbilhão de sentimentos que ela impõe a quem ouve. Somada à letra com tons pesados de existencialismo e o duro caminho de libertação contra as correntes pesadas da alma, é facilmente a minha favorita do álbum”.

Para o baterista Johan Wodzynski, foi um desafio equilibrar suas ideias com as intenções iniciais dos compositores. “Eu peguei o bonde andando, pois entrei no projeto depois de seu início, mas deu tempo de dar a minha cara para cada um dos sons ao compor minhas partes na bateria. Me baseei nas ideias iniciais do Thiago e do João, mas acrescentei minhas ideias, meu jeito de tocar. Moldei as minhas características às necessidades de cada faixa e acredito que consegui um resultado bem equilibrado”, comenta.

Lya Seffrin refletiu sobre a experiência de gravar um álbum com músicas que a banda já apresentou ao vivo várias vezes: “gravar músicas que eu já canto há um tempo é muito melhor do que gravar antes de cantá-las em shows ou ensaios gerais. Parece que eu consigo criar uma intimidade maior com elas e trazer ainda mais criatividade e personalidade pro vocal. Isso acaba se desenvolvendo ao longo dos shows e sempre acabo variando uma coisa ou outra, o que me instiga ainda mais”, conta.

Show de lançamento
No dia 10 de maio, um sábado, a Magistry realizará um show em comemoração ao lançamento de The New Aeon. A apresentação será no Teatro Cena Hum e os ingressos já estão à venda no site da Sympla.

A performance promete envolver diferentes expressões artísticas, incorporando danças e artes visuais que visam proporcionar um espetáculo sinestésico ao público, com o objetivo de retratar os temas discutidos pelas letras de The New Aeon. O show terá abertura da banda Karmakoil, tributo aos italianos do Lacuna Coil.

Serviço
Data: 10 de maio de 2025
Local: Teatro Cena Hum
Endereço: Rua Senador Xavier da Silva, 166, São Francisco – Curitiba/PR
Horário: Abertura da casa – 18h/Início dos shows – 19h
Ingressos: De R$30 a R$60
Venda online: https://www.sympla.com.br/evento/magistry-the-new-aeon/2803635

Magistry

Formada em junho de 2023, a banda vem se destacando na cena do metal curitibano a partir de seus lançamentos até o momento: um EP acústico, The Delightful Companion: A Prelude for The New Aeon, e os singles Lost Paradise, Alchemy of the Inner World e The White Shores.

A formação conta com a vocalista Lya Seffrin, o vocalista e guitarrista Leonardo Arentz, o guitarrista João Borth, o tecladista Thiago Parpinelli, o baixista Leonardo Rivabem e o baterista Johan Wodzynski.

A sonoridade da Magistry é marcada pela excelência instrumental e combina elementos de diversos subgêneros do metal – como o death, o gothic e o doom -, sempre com uma orquestração digna dos grandes nomes do metal sinfônico, trazendo instrumentos como violinos, cellos, oboés, alaúdes e cítaras, além de corais marcantes e poderosos que evocam estilos da música erudita como o barroco e o romântico.

Em 2024, a banda conquistou o primeiro lugar no Festival de Bandas Autorais de Curitiba e, em dezembro, a Mariutti Team Zine, de alcance nacional, destacou que The New Aeon “explora o dualismo entre o bem e o mal, criando uma sonoridade dinâmica” e que os três singles lançados até o momento “destacam-se pela profundidade lírica e pela riqueza musical”.

Faixas de The New Aeon:

1 – Astrum Argentum
2 – The New Aeon
3 – Alchemy of the Inner World
4 – Blow Out the Candles
5 – Swing to the Circles of Time
6 – Black Abyss
7 – A Piece of Me
8 – The White Shores
9 – Stand
10 – While
11 – Lost Paradise

Magistry é:
Lya Seffrin – vocais
Leonardo Arentz – vocais e guitarra
João Borth – guitarra
Thiago Parpinelli – teclado
Leonardo Rivabem – baixo
Johan Wodzynski – bateria