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São Paulo recebe Seminário de Formação em Forró com três dias de programação gratuita

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A cidade de São Paulo será palco de um dos principais encontros dedicados ao forró no país. Entre os dias 15 e 17 de maio, das 14h às 19h, o Centro Cultural Olido recebe o Seminário de Formação em Forró, reunindo artistas, pesquisadores, produtores e amantes da cultura nordestina em uma programação gratuita e aberta ao público.

Realizado com apoio do 5º Edital de Fomento ao Forró da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa, o evento propõe três dias intensos de aprendizado, troca de experiências e valorização da cultura forrozeira.

A programação inclui mesas redondas com mestres e pesquisadores, palestras sobre história, cultura e mercado do forró, além de debates voltados à formação, profissionalização e empreendedorismo no setor. O público também poderá acompanhar pocket shows com artistas da cena e participar de encontros entre coletivos, grupos e comunidades de diversas regiões do Brasil.

O seminário nasce com o objetivo de ampliar a disseminação do forró, promovendo o diálogo entre tradição e contemporaneidade. A iniciativa reúne tanto pesquisas acadêmicas quanto vivências populares, buscando documentar e valorizar o forró em suas múltiplas dimensões, que incluem música, dança, história, identidade e resistência cultural.

Além de celebrar a cultura nordestina, o evento se consolida como um espaço estratégico para o fortalecimento do setor, incentivando a criação de redes, novas parcerias e o intercâmbio entre diferentes territórios. A proposta também contempla discussões sobre os desafios e oportunidades da cadeia produtiva do forró, com foco em sustentabilidade, inovação e profissionalização dos trabalhadores da cultura.

Com entrada gratuita, o seminário é voltado tanto para a comunidade forrozeira quanto para o público em geral interessado em conhecer e vivenciar essa importante expressão cultural brasileira.

O evento é realizado pelo Coletivo SP Forró, com proponente Wagner Ufracker, conhecido como Zé da Lua. A direção e curadoria são assinadas por Juliana Lima, com curadoria e design de Julianana Sakurinha, articulação e oficinas conduzidas por DJ Xuxa e produção de Andréia Barros.

Mais informações podem ser acessadas pelo site www.appforro.com.br ou pelo formulário de inscrição: https://forms.gle/VRvDvHZismCUpZ2D8

Serviço

Seminário de Formação em Forró – São Paulo
Data: 15, 16 e 17 de maio
Horário: das 14h às 19h
Local: Centro Cultural Olido
Entrada gratuita

Estratégia fora de campo transforma estreia do Mirassol na Libertadores em ativo de marca

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Divulgação

A estreia do Mirassol Futebol Clube na Copa Libertadores da América, inédita na história do clube, marcou não apenas um avanço esportivo, mas também um movimento estratégico de posicionamento. Em paralelo ao desempenho em campo, a equipe passou a explorar novas formas de construção de marca, em uma iniciativa que conecta esporte, identidade e mercado.

A ação se materializa em uma colaboração com a marca Acostamento, que utiliza elementos simbólicos do clube como o leão, seu mascote para traduzir valores associados à trajetória recente do Mirassol, como ascensão, competitividade e pertencimento. A proposta segue uma tendência crescente no futebol brasileiro, na qual clubes ampliam sua atuação para além das quatro linhas e passam a operar também como plataformas de conteúdo e estilo de vida.

À frente da estratégia está Caiube Nogueira, que atua na estruturação da narrativa da campanha. A leitura parte do entendimento de que momentos esportivos de grande visibilidade, como a participação na Libertadores, oferecem uma janela relevante para ações de posicionamento.

O desafio é transformar visibilidade em significado. Não se trata apenas de expor uma marca, mas de conectá-la a um contexto que já carrega valor simbólico afirma Caiube Nogueira.

A estratégia se apoia no conceito de associação entre marca e experiência. Ao integrar moda e futebol, a iniciativa busca ampliar o alcance do clube e criar novas formas de engajamento com o público, especialmente fora do ambiente estritamente esportivo. Nesse modelo, o produto deixa de ser apenas um item comercial e passa a funcionar como extensão da identidade construída pelo clube.

Especialistas em marketing esportivo apontam que esse tipo de movimento tende a se intensificar, sobretudo entre equipes fora do eixo tradicional, que buscam diversificar receitas e fortalecer presença no mercado. A aproximação com o universo do lifestyle aparece como uma alternativa para ampliar visibilidade e consolidar posicionamento.

No caso do Mirassol, o contexto competitivo contribui para potencializar o impacto da ação. A participação na Libertadores projeta o clube nacionalmente e cria um ambiente favorável para iniciativas que dialoguem com narrativa e pertencimento elementos centrais na construção de valor de marca.

A atuação de Caiube Nogueira reflete uma abordagem que vem ganhando espaço no setor: a de utilizar o esporte como ponto de partida para estratégias mais amplas de comunicação. Nesse cenário, a construção de imagem deixa de ser acessória e passa a integrar o próprio desenvolvimento institucional dos clubes.

Mais do que uma ação pontual, a iniciativa sinaliza uma mudança de lógica no futebol contemporâneo. À medida que clubes passam a disputar atenção também no campo simbólico, a capacidade de transformar momentos esportivos em ativos de marca tende a se tornar um diferencial competitivo.

Como a disparada do alumínio e as tarifas antidumping mexem com o custo das obras no Brasil

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Gustavo Lyra

Os preços do alumínio na London Metal Exchange (LME) entraram em forte rali nas últimas semanas, impulsionados pela escalada do conflito no Oriente Médio, que atingiu diretamente grandes fundições na região e criou um “gargalo” logístico em torno do Estreito de Ormuz. Em um dos pregões mais recentes, o contrato de três meses chegou a subir perto de 4%, tocando máximas não vistas em quase quatro anos e refletindo o temor de um choque de oferta prolongado, já que produtores do Golfo, responsáveis por cerca de 9% da produção global, enfrentam dificuldades para escoar o metal. Relatórios de mercado mostram que parte das linhas de produção já foi desligada preventivamente e que o alumínio se tornou o metal industrial com melhor desempenho no período, depois de avançar até 10% desde o início das hostilidades.

Enquanto isso, no Brasil, o governo reforçou a proteção à indústria de base com a adoção de novas medidas antidumping sobre produtos vindos da China. Decisão recente do Comitê-Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex/Camex) estabeleceu direitos antidumping definitivos, por até cinco anos, sobre agulhas hipodérmicas e sobre laminados planos de aço carbono a frio, inclusive galvanizados ou revestidos de alumínio, importados do país asiático. As medidas, articuladas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), somam-se a dezenas de ações de defesa comercial já em vigor e miram coibir práticas desleais de preço que pressionam as siderúrgicas e transformadores nacionais.

Na prática, esse choque é simultâneo. De um lado, a escalada das cotações internacionais do alumínio; de outro, tarifas adicionais sobre produtos de aço e revestimentos de alumínio criam um cenário desafiador para toda a cadeia da construção civil. Dados compilados por plataformas como TradingEconomics apontam que os futuros do alumínio saltaram quase 5% em um único dia, aproximando-se de máximas de quatro anos, em meio ao fechamento parcial de capacidade em grandes produtores do Golfo e à possibilidade de restrições adicionais em países fornecedores de bauxita. Em relatórios da Argus Media, analistas já trabalham com cenários em que o alumínio supere a marca de 4.000 dólares por tonelada, caso o bloqueio logístico persista.

É justamente nesse ponto que entra a visão de quem lida com o alumínio na ponta dos projetos. Engenheiro civil pós-graduado em Engenharia de Esquadrias de Alumínio e Fachadas Envidraçadas, Gustavo Medeiros Lyra atua há mais de 22 anos na indústria de sistemas de alumínio e é diretor comercial da Alumes Esquadrias de Alumínio. “Quando o preço do alumínio dispara na LME, isso não é um problema abstrato para a pequena empresa: é o caixilho da janela, a fachada envidraçada e a porta de entrada da loja do bairro que ficam mais caros de um mês para o outro, comprimindo a margem de construtoras e serralherias de pequeno e médio porte”, afirma o especialista.

Relatórios especializados indicam que, mantido o bloqueio logístico no Oriente Médio, analistas já trabalham com cenários em que o alumínio supere a marca de 4.000 dólares por tonelada na LME, patamar próximo ao recorde histórico de 2022. Estimativas de consultorias como a CRU apontam que o mercado caminha para um déficit de oferta, e que os preços estariam ainda mais altos se a demanda global não estivesse moderada em alguns segmentos industriais. “Para o pequeno empreendedor, não importa se o motivo é a guerra ou o câmbio: o que ele enxerga é a planilha estourando, porque cada janela, cada porta em alumínio está custando mais para sair da fábrica”, resume Gustavo.

No mercado interno, a pressão já aparece nas estatísticas. Levantamento publicado pelo Investing.com com dados da Reuters mostra que o alumínio acumula alta de cerca de 18% no ano, com prêmios regionais subindo ainda mais do que o contrato de referência. A Bloomberg Línea relata que futuros do metal chegaram a avançar 6% em um único pregão, após dois grandes produtores confirmarem ataques a suas fundições, e alerta para o risco de escassez se o transporte no Estreito de Ormuz não for normalizado. “Isso bate diretamente no custo da esquadria, do vidro e de todos os acessórios metálicos; o impacto chega ao orçamento do apartamento, da sala comercial, do hotel e até do hospital”, diz o diretor da Alumes. 

Com experiência em negociação com fornecedores internacionais, inclusive chineses, e em implementação industrial com práticas de Lean Manufacturing, Gustavo defende que a resposta das pequenas e médias empresas não pode ser apenas “repassar” o aumento. “Tem hora em que o mercado não aceita simplesmente um reajuste de 15% ou 20% na esquadria; se o empreendedor não olhar para dentro da fábrica e cortar desperdício de alumínio, de vidro, de tempo de retrabalho, vai perder competitividade”, afirma. Na Alumes, ele cita o uso intensivo de sistemas integrados de gestão (Hábil Empresarial) e softwares de otimização de corte de alumínio e vidro (CEM, GlassCutPro) como ferramentas para reduzir perdas e ganhar eficiência.

Os projetos que ele liderou ajudam a ilustrar esse raciocínio. No desenvolvimento de portas em ACM (Aluminum Composite Material) de grande formato, produto que trouxe até 25% de economia em relação a portas de madeira de alto padrão, a otimização de matéria-prima foi decisiva para viabilizar a solução mesmo em ciclos de alta do alumínio. Já na implantação de uma unidade fabril dentro da Penitenciária Estadual de Alcaçuz, projeto que chegou a produzir 1.500 sistemas de alumínio por mês e reduziu a reincidência criminal entre os internos, o desafio foi combinar custo competitivo, impacto social e gestão eficiente de recursos em um ambiente altamente regulado. “Esses casos mostram que é possível inovar, reduzir custo e ainda entregar mais valor, mesmo em cenários de insumo caro”, explica.

Para pequenas e médias empresas de esquadrias, marcenarias metálicas e construtoras regionais, a combinação de commodities voláteis e tarifas antidumping pesa diretamente no orçamento das obras. Segundo Gustavo, negócios desse porte normalmente trabalham com margens apertadas e cronogramas rígidos; qualquer variação brusca no custo do alumínio, dos vidros e dos sistemas de fixação pode consumir o lucro de um empreendimento inteiro, se não houver mecanismos de proteção. “Uma obra que foi orçada há seis meses, sem cláusula de reajuste, hoje pode estar praticamente no zero a zero por causa da alta dos insumos”, alerta.

Além da adoção de sistemas integrados de gestão e de softwares de otimização de corte de alumínio e vidro, as estratégias que ele observa e aplica no dia a dia estão a revisão de contratos com cláusulas de reajuste atreladas a índices de insumos, a antecipação de compras em momentos de alívio de preços e a diversificação de fornecedores e ligas de alumínio, sem sacrificar desempenho técnico. “Não dá para controlar o preço na bolsa, mas dá para controlar quanto se joga fora dentro da fábrica. Quem domina processo e tecnologia sofre menos quando o insumo sobe”, diz.

A mensagem para o pequeno empreendedor da construção civil é clara: acompanhar o noticiário de commodities e de política comercial deixou de ser um luxo para virar ferramenta de sobrevivência. “Se o dono da empresa de esquadrias entender como uma rota marítima fechada do outro lado do mundo ou uma resolução publicada em Brasília mexe com o custo da janela que ele entrega amanhã, ele consegue negociar melhor, precificar com mais segurança e evitar surpresas no caixa”, conclui Gustavo.

Luana Maia apresenta “Mira Certeira”, novo single com Beatriz Denaro e DJ Yago

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Artista paulista reforça protagonismo feminino e a estética da periferia em mais um passo na carreira


A cena do funk paulista ganha mais um lançamento de peso nesta sexta-feira (10). A cantora e influenciadora Luana Maia já está na contagem regressiva para apresentar ao público seu novo single, “Mira Certeira”, que chega às plataformas digitais com participações de Beatriz Denaro e produção assinada por DJ Yago, que soma mais de 2,2 milhões de ouvintes mensais.

A nova faixa promete reforçar a identidade sonora da artista, trazendo um funk com DNA paulistano e forte presença feminina.

Em “Mira Certeira”, Luana aposta em uma narrativa que traduz, em diferentes vozes, a vivência e a estética da periferia de São Paulo, mantendo o discurso de autenticidade e empoderamento que marca sua trajetória.

O lançamento chega na sequência de “Linguagem Paulista”, projeto que consolidou uma fase mais conceitual e consciente da cantora. Agora, Luana amplia esse universo ao unir forças com Beatriz Denaro e DJ Yago, criando uma faixa que equilibra atitude, representatividade e sonoridade urbana atual.

Com apenas 24 anos, Luana vem se firmando como um dos nomes mais promissores do funk nacional. Desde que viralizou nas redes sociais em 2022, a artista tem construído uma carreira pautada na valorização da cultura periférica e no incentivo ao protagonismo feminino, elementos que devem aparecer ainda mais afiados em “Mira Certeira”.

Acre se consolida como polo de tratamentos avançados em ginecologia regenerativa

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Dra. Marina De Angelis

A busca por tratamentos que aliam saúde e bem-estar íntimo tem crescido de forma consistente nos últimos anos, impulsionada por tecnologias que permitem intervenções menos invasivas e com recuperação rápida. Mais do que uma tendência estética, a ginecologia regenerativa vem se consolidando como uma necessidade funcional para mulheres que desejam manter vitalidade, conforto e qualidade de vida ao longo das diferentes fases hormonais.

No Acre, esse movimento ganha força com a ampliação do acesso e da informação sobre essas tecnologias, que por muito tempo ficaram mais conhecidas nos grandes centros do país. Com atuação consolidada há anos na área, a ginecologista Dra. Marina De Angelis destaca que o estado já oferece suporte completo para quem busca tratamentos avançados. “É importante que as mulheres saibam que não precisam mais sair do Acre para acessar tecnologia e cuidado de alto nível. Hoje conseguimos entregar resultados com segurança, qualidade e com a vantagem de estar perto de casa”, afirma.

Entre os principais avanços está o uso do laser íntimo, uma tecnologia que atua estimulando a produção de colágeno na região vaginal. O tratamento promove melhora da lubrificação, trata o ressecamento e contribui diretamente para o conforto nas relações sexuais, além de auxiliar no controle de queixas comuns, como escapes urinários leves. São sintomas frequentes, mas ainda pouco abordados, que impactam de forma significativa a rotina e a autoestima feminina.

A atuação especializada também é um diferencial. Dra. Marina é expert pela ABGREF, a Academia Brasileira de Ginecologia Regenerativa Estética e Funcional, onde representa o estado do Acre, reforçando o compromisso com atualização constante e a aplicação de protocolos seguros e bem estabelecidos.

Embora muitas vezes associado à menopausa, o cuidado com a saúde íntima tem um papel importante na prevenção. A recomendação atual é que mulheres antes dos 40 anos já comecem a olhar para essa região com mais atenção. O estímulo precoce do colágeno contribui para a manutenção da firmeza dos tecidos e favorece uma transição mais equilibrada para o climatério, reduzindo a intensidade dos sintomas ao longo do tempo.

“Hoje vemos um número crescente de pacientes a partir dos 30 anos que buscam exatamente isso: prevenção e manutenção. Quando a mulher cuida antes, ela não precisa lidar com desconfortos mais intensos depois. Isso muda completamente a forma como ela vive essa fase da vida”, explica a médica.

Com o avanço da ginecologia funcional no Norte do país, o acesso a esses cuidados se amplia de forma significativa. A presença de profissionais qualificados e tecnologias modernas no Acre fortalece a autonomia das mulheres da região, que passam a contar com soluções eficazes sem precisar se deslocar para outros estados. Mais do que tratar sintomas, o foco passa a ser preservar qualidade de vida, conforto e bem-estar em todas as fases da vida.

Recuperação de crédito tributário: como empresas estão economizando milhões com compensação fiscal

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Fernándo Silva

Crédito tributário acumulado: o dinheiro que sua empresa não sabe que tem

Muitos empresários brasileiros desconhecem que suas empresas possuem créditos tributários acumulados. Pagamentos indevidos ou a maior, tributos calculados sobre bases incorretas, ou créditos gerados por decisões judiciais favoráveis, em muitos casos, esses valores ficam “esquecidos” no sistema por falta de orientação técnica especializada.

Para o especialista em Direito Tributário Fernándo Silva, sócio do escritório FS Soluções Tributárias, esse cenário é mais comum do que parece, especialmente entre pequenas e médias empresas que não têm um departamento jurídico dedicado à área tributária. “A maioria das empresas brasileiras paga mais tributos do que deveria. Não por má-fé do Fisco, mas porque a legislação tributária é complexa e muda constantemente. Sem um acompanhamento especializado, é muito fácil perder oportunidades de recuperação de créditos”, afirma Silva.”

Como funciona a recuperação de crédito tributário na prática

O trabalho de recuperação tributária começa com uma auditoria fiscal dos últimos 5 anos. O escritório analisa todos os pagamentos de tributos da empresa, identifica valores pagos a maior ou indevidamente, e calcula o crédito potencial. Em seguida, estrutura o pedido de compensação administrativa (perante a Receita Federal) ou, quando necessário, a ação judicial para reconhecimento do crédito.

Além dos créditos próprios, empresas também podem adquirir créditos de terceiros, como precatórios judiciais, e utilizá-los para compensar débitos tributários. Essa modalidade, embora menos conhecida entre PMEs, tem amparo legal no artigo 74 da Lei 9.430/1996 e tem sido validada pela jurisprudência do STJ. “A compensação tributária é o mecanismo mais eficiente que uma empresa tem para transformar um crédito em economia real e imediata. Em vez de esperar anos pelo reembolso, o crédito é usado para abater tributos devidos. O efeito no fluxo de caixa é direto”, explica Silva.”

Os livros que explicam compensação tributária para empresários

Fernándo Silva é autor de uma série editorial dedicada exclusivamente à compensação tributária federal, a única no Brasil com esse foco, segundo profissionais da área. O primeiro volume, “Compensação Tributária — Fundamentos Constitucionais, Limites Administrativos e Perspectivas Práticas” (2025), aborda os fundamentos jurídicos.

O segundo, “Controle de Legalidade na Compensação Tributária Federal” (2026), analisa os conflitos entre a lei e os atos da administração. O terceiro, “A Nova Ordem Tributária Nacional”, em produção, abordará os impactos da reforma tributária sobre a compensação.”Escrevi os livros porque percebi que a barreira principal não é jurídica — é informacional. Muitos empresários e até contadores acreditam que compensação com crédito de terceiro é proibida ou arriscada demais. Não é. É um direito constitucional que precisa ser melhor compreendido”, afirma.”

Reforma tributária 2026: porque PMEs devem agir agora

Com a reforma tributária prevista para começar em 2026, empresas de todos os portes precisam entender como seus créditos acumulados serão tratados no novo sistema. A transição entre o modelo atual e o modelo de IBS/CBS criará um período de incerteza regulatória. Para PMEs, que normalmente têm menos recursos para assessoria jurídica, o risco de perder créditos é proporcionalmente maior.

“A reforma vai simplificar o sistema no longo prazo, mas a transição será complexa. Empresas que têm créditos acumulados — de PIS, Cofins, IPI — precisam estruturar a utilização desses créditos agora, antes que o novo sistema entre em vigor e mude as regras. Planejamento tributário não é luxo de grande empresa — é sobrevivência”, conclui Silva.”

Recuperação de crédito tributário: por onde começar

Para empresários que suspeitam ter créditos tributários, o especialista em Direito Tributário Fernándo Silva recomenda procurar um especialista em compensação tributária. A análise inicial deve incluir revisão dos últimos 5 anos de pagamentos, identificação de créditos próprios e avaliação de oportunidades de aquisição de créditos de terceiros, tudo com planejamento voltado para a transição da reforma tributária.

 

Sobre Fernándo Silva

Fernándo Silva é especialista em Direito Tributário, com atuação destacada em compensação tributária federal, e sócio do escritório FS Soluções Tributárias, sediado em Goiânia (GO). Autor de “Compensação Tributária — Fundamentos Constitucionais, Limites Administrativos e Perspectivas Práticas” (Dámais, 2025), “Controle de Legalidade na Compensação Tributária Federal” (SEQUER SE QUER, 2026) e “A Nova Ordem Tributária Nacional” (em produção). Representa contribuintes em operações de compensação com créditos de terceiros e precatórios em âmbito federal.

Fractional CMO: por que empresas brasileiras estão buscando liderança de marketing sob demanda

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Paulo Santiago

A função de CMO está mudando. Nos Estados Unidos, o mandato médio de um Chief Marketing Officer nas maiores empresas caiu para cerca de 4,2 anos, segundo levantamento da Spencer Stuart. No mesmo período, cresceu a busca por um formato alternativo: o fractional CMO, um executivo sênior de marketing que atua em regime parcial, geralmente dedicando de 15 a 25 horas semanais a uma empresa, por ciclos de seis a doze meses.

O modelo faz sentido econômico. Contratar um CMO em tempo integral, com salário compatível à senioridade necessária, está fora do alcance de boa parte das empresas em crescimento. Ao mesmo tempo, essas empresas precisam de mais do que um gestor de tráfego. Precisam de alguém que enxergue marca, produto, oferta, retenção e aquisição como partes do mesmo sistema. O fractional CMO existe para preencher esse vão.

No Brasil, o conceito ainda é incipiente, mas já começa a aparecer. Paulo Santiago é um dos profissionais que aposta nesse território. Diretor de marketing da Bucked Up, marca americana de suplementos com mais de 100 mil pontos de distribuição e presença em redes como Walmart e Vitamin Shoppe, ele agora divide sua atuação entre a operação nos EUA e o atendimento consultivo a marcas brasileiras.

A proposta que Santiago leva ao Brasil não é a de um consultor que entrega diagnóstico e vai embora. É a de um executivo que entra na operação, monta processo, implementa cultura de teste e sai quando a empresa consegue rodar sozinha. Algo mais próximo de um mentor operacional do que de uma consultoria tradicional.

“Muitas empresas no Brasil já investem bem em mídia. O problema é que falta alguém que junte as pontas, que olhe pro criativo, pra oferta, pro produto, pra página e entenda onde está o gargalo real. Gerente de tráfego não faz isso. Agência também não. Precisa de alguém com repertório de operação”, diz Santiago.

Esse repertório, no caso dele, vem de uma trajetória construída num dos mercados mais competitivos do varejo digital. O setor de suplementos nos EUA movimentou US$68,74 bilhões em 2025, segundo a Grand View Research. É uma categoria onde o consumidor pesquisa antes de comprar, compara marcas com facilidade e troca de fornecedor sem atrito. Operar marketing nesse ambiente exige velocidade de teste, precisão de mensagem e consistência de marca ao mesmo tempo.

Santiago participou diretamente desse tipo de operação na Bucked Up, onde acompanhou o crescimento de uma empresa que saiu de US$10 milhões de faturamento em ecommerce para quase US$100 milhões. O aprendizado que ele destaca não é sobre escala de investimento, mas sobre disciplina: testar hipóteses com rapidez, descartar o que não funciona sem apego e construir um processo que transforma dados em decisão.

O formato de fractional CMO pode ser especialmente útil para empresas brasileiras que já passaram da fase inicial, faturam acima de R$5 milhões por ano e precisam de um salto de maturidade na operação de marketing. São negócios que têm verba, têm produto e têm marca, mas ainda não têm a camada de inteligência estratégica que conecta tudo isso.

Para o ecossistema de marketing brasileiro, a chegada desse modelo representa uma mudança de mentalidade. Em vez de contratar mais gente ou mais ferramentas, a pergunta passa a ser outra: você tem alguém com repertório suficiente para decidir o que testar, o que parar e o que escalar? Se a resposta for não, talvez o problema não seja de budget. Seja de liderança.

Empresário Rafael Sousa alerta: cinco pontos essenciais antes de contratar crédito

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Em um cenário em que o crédito se tornou parte da rotina de milhões de brasileiros, entender como contratar esse tipo de serviço com mais segurança passou a ser uma necessidade prática. Juros, prazos, comprometimento de renda e clareza nas condições ainda estão entre os pontos que mais geram dúvidas no momento da decisão.

Para Rafael Sousa, empreendedor do setor financeiro e fundador da Segue, a primeira recomendação é avaliar se o crédito será usado para resolver uma necessidade real ou apenas para atender um impulso momentâneo. Segundo ele, essa diferença costuma influenciar diretamente o impacto da dívida no orçamento.

Outro ponto importante é analisar o valor final da operação, e não apenas o tamanho da parcela. Muitas vezes, parcelas consideradas leves escondem custos totais elevados, o que pode comprometer a saúde financeira ao longo do tempo.

A terceira orientação envolve entender exatamente quais são as condições do contrato, incluindo taxas, datas e eventuais encargos em caso de atraso. Para Rafael, a transparência nessa etapa evita surpresas futuras e melhora a tomada de decisão.

Entre os cinco cuidados principais, ele também destaca a importância de não comprometer excessivamente a renda mensal e de buscar soluções financeiras que ofereçam clareza e previsibilidade. “Crédito precisa ser uma ferramenta de apoio, não um fator de desorganização”, resume.

Divas da Dance Music dos anos 90 anunciam turnê no Brasil e revelam a data do 1º show em São Paulo

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Projeto com Gottsha, Nicki French e Taleesa estreia em 12 de outubro no Teatro Bradesco e promete nostalgia nas pistas


Os fãs de dance music já têm um motivo para comemorar: foi divulgada a data do primeiro show da aguardada turnê que reúne Gottsha, Nicki French e Taleesa. A estreia acontece no dia 12 de outubro, no Teatro Bradesco, em São Paulo, marcando o pontapé inicial de uma série de 15 apresentações pelo Brasil. O projeto, idealizado pelo produtor Willian Roma, já vinha movimentando as redes sociais, mas ganha ainda mais força com a confirmação oficial da primeira data.

A turnê promete passar por cidades como Manaus, Vitória, Brasília e Belo Horizonte, reunindo três nomes que ajudaram a definir o som das pistas nos anos 1990. O anúncio chega em um momento estratégico, impulsionado pela recente passagem de Nicki French pelo Brasil, onde reacendeu o interesse do público pelo eurodance ao participar do Viva a Noite.

No repertório, o público pode esperar uma verdadeira viagem no tempo. Nicki French deve embalar a plateia com “Total Eclipse of the Heart” e outros sucessos, enquanto Taleesa traz clássicos como “I Found Luv” e “Let Me Be”. Representando o Brasil, Gottsha aposta em hits que marcaram sua trajetória nas pistas e consolidaram seu nome na cena nacional.

Unindo diferentes nacionalidades e carreiras marcadas por hits atemporais, a turnê se desenha como um dos grandes eventos nostálgicos do ano. Mais do que uma sequência de shows, o projeto celebra uma era icônica da música e promete transformar o palco em uma verdadeira pista de dança para fãs de todas as gerações.

Marlinho lança “Vem Ser Feliz – Vol. 1” e transforma vivência em samba cheio de identidade

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Gravado no Rio de Janeiro, primeira parte do audiovisual marca nova fase do artista e traz faixas inéditas que prometem conquistar o público

Diretamente do berço do samba, o cantor Marlinho apresenta ao público, no dia 10 de abril, o primeiro volume do audiovisual “Vem Ser Feliz”, um projeto que traduz sua essência artística com ainda mais maturidade, emoção e identidade. Registrado no Bar Boteco Na Rua, no Rio de Janeiro, sua cidade natal, o trabalho chega às plataformas de streaming como um retrato fiel de sua trajetória e conexão com a música.

O audiovisual, gravado dia 15 de outubro de 2025 com ingressos esgotados, reúne regravações que ganham nova vida na interpretação intensa do cantor, além de três faixas inéditas que despontam como destaque do projeto. No repertório, estão também “Nem Pensar”, “Idem”e “Amor no Elevador”, que dialogam com diferentes nuances do samba e pagode. Além de Gosto do Desejo/Amoe dos Anjos/Momentos, que tem participação especial do cantor Darlan, que vem fazendo muito sucesso no cidade carioca.

As novidades ficam por conta de “Barra da Tijuca”, composição inédita assinada por Júnior Garça, Saulinho, Adriano Ribeiro e Thiago Moraes — uma faixa que carrega frescor, identidade e potencial para se tornar um dos grandes destaques do projeto. E as inéditas “Estou Indo Embora” com participação especial do Dueto (Beto Sorriso e Paulinho Moraes) e “Basta Um Beijo”.

Por trás da voz marcante está Marlon Henrique Pereira de Alvarenga, o Marlinho, artista de 37 anos que carrega no peito a alma carioca e na música, a verdade de quem vive cada verso que canta. Com um histórico de superação, ele encontrou no samba não apenas uma paixão, mas um propósito de vida.

Influenciado por grandes nomes da música brasileira como Djavan, Emílio Santiago, Fundo de Quintal, Exaltasamba, Thiaguinho, Sorriso Maroto, Ferrugem e Mumuzinho, Marlinho constrói uma sonoridade própria, que mistura tradição e contemporaneidade com naturalidade. Seu talento vem conquistando cada vez mais espaço nas plataformas digitais, rodas de samba e palcos pelo país.

Com “Vem Ser Feliz – Vol. 1”, Marlinho dá um passo importante em sua carreira e reforça sua posição como uma das apostas mais promissoras do samba atual — um artista que canta com o coração e transforma vivência em música.