Início Site Página 8

Procedimentos estéticos avançam no Brasil e reforçam importância da qualificação profissional e da segurança nos atendimentos

0

Com mais de 500 mil profissionais atuando no setor, especialização e preparo técnico se tornam diferenciais em um mercado em expansão


O crescimento acelerado do setor de estética no Brasil trouxe novas oportunidades e também desafios. Com mais de 500 mil profissionais atuando na área, segundo dados do mercado de trabalho, a qualificação técnica se tornou um fator decisivo para garantir segurança e resultados eficazes.

Entre os procedimentos mais procurados estão técnicas minimamente invasivas, como preenchimento labial, bioestimuladores, toxina botulínica e tratamentos com laser. A popularização desses métodos acompanha a evolução tecnológica e a busca por intervenções com recuperação mais rápida.

Apesar disso, especialistas alertam que o sucesso desses procedimentos está diretamente ligado à formação do profissional. “A estética exige conhecimento aprofundado, não apenas da técnica, mas do funcionamento do corpo, da pele e das respostas individuais de cada paciente”, destacam profissionais da área.

A profissional *Lavínia Luzia* , reforça que o cenário atual exige responsabilidade e preparo. Esteticista com pós em Biomedicina, ela destaca a importância de unir técnica e orientação ao paciente. “É fundamental que o cliente entenda o procedimento, seus benefícios e limitações. Segurança e informação caminham juntas”, afirma.

Outro ponto relevante é a mudança na percepção do público. Hoje, os pacientes valorizam resultados naturais, personalizados e alinhados à identidade individual, o que reforça a necessidade de uma abordagem ética e estratégica.

Com um mercado que movimenta bilhões e segue em crescimento, a tendência é que a estética se torne cada vez mais profissionalizada, exigindo atualização constante e compromisso com boas práticas.

A consolidação do setor passa, necessariamente, pela valorização de profissionais qualificados e pela construção de uma cultura baseada em segurança, ciência e responsabilidade.

Amor entre culturas vira tema de livro lançado em São Paulo por especialista internacional

0

Direto da Alemanha, onde vive há mais de 30 anos, a matchmaker internacional Vivien Pölzer desembarca no Brasil para o lançamento de seu novo livro, Amor sem fronteiras – A arte de amar entre culturas.

Reconhecida por conectar brasileiras a parceiros estrangeiros em busca de relacionamentos sérios, Vìvien construiu uma trajetória sólida na Europa e se tornou referência quando o assunto é amor internacional, comportamento e diferenças culturais nas relações.

Na obra, a autora compartilha experiências reais, desafios e aprendizados adquiridos ao longo de décadas de atuação, além de refletir sobre como aspectos culturais influenciam diretamente na construção de vínculos afetivos. O livro também propõe um olhar contemporâneo sobre autoestima, escolhas e novas possibilidades de relacionamento em um mundo cada vez mais conectado.

O lançamento em São Paulo será marcado por um encontro próximo com o público, incluindo sessão de autógrafos e troca de experiências com leitores interessados no tema.

SERVIÇO

Lançamento do livro Amor sem fronteiras – A arte de amar entre culturas, de Vìvien Pölzer

Data: 10 de abril de 2026

Horário: 18h

Local: Livraria Vila – Shopping Pátio Higienópolis

Endereço: Av. Higienópolis, 618 – Higienópolis, São Paulo – SP

Psicologia Marquesiana entra no debate corporativo sobre engajamento, saúde mental e produtividade

0
José Roberto Marques

A crise de engajamento no trabalho deixou de ser um problema periférico de recursos humanos para se tornar uma questão econômica. Dados recentes da Gallup mostram que menos de um quarto dos trabalhadores no mundo está engajado, enquanto, no Brasil, a pesquisa Engaja S/A, da Flash em parceria com a FGV EAESP, apontou em 2025 que apenas 39% dos profissionais se diziam engajados, no pior nível da série do estudo.

É nesse ambiente que abordagens voltadas ao comportamento humano passam a disputar espaço com modelos tradicionais de gestão. Entre elas está a Psicologia Marquesiana, metodologia desenvolvida por José Roberto Marques ao longo de quatro décadas de atuação em desenvolvimento humano. A proposta parte de uma leitura integrada da experiência humana, aproximando cognição, emoção e comportamento como dimensões inseparáveis para o desempenho individual e coletivo.

A Psicologia Marquesiana nasceu da observação de que as metodologias existentes tratavam o ser humano de forma fragmentada, mente, emoção e comportamento em caixas separadas. O que propomos é uma integração científica dessas dimensões, aplicável tanto ao desenvolvimento individual quanto à gestão organizacional”, afirma José Roberto Marques.

Na prática, a tese central da metodologia é que o baixo desempenho nas organizações nem sempre decorre apenas de falhas de processo, liderança ou capacitação técnica. Em muitos casos, seria também reflexo de padrões emocionais desorganizados, crenças limitantes e baixa maturidade psicológica, fatores que afetam tomada de decisão, comunicação, colaboração e resiliência em ambientes de pressão crescente.

O diagnóstico conversa com um problema já mensurável. A Organização Mundial da Saúde estima que depressão e ansiedade levem à perda de 12 bilhões de dias de trabalho por ano e custam cerca de US$1 trilhão anuais à economia global em produtividade. Em paralelo, uma meta-análise do Wellbeing Research Centre, da Universidade de Oxford, com 339 estudos independentes, identificou correlação positiva robusta entre bem-estar no trabalho e produtividade, lealdade do cliente e rentabilidade, além de correlação negativa com turnover.

Essa combinação de pressão econômica e desgaste emocional ajuda a explicar por que o tema ganhou densidade estratégica. Para além do discurso de clima organizacional, a saúde mental começa a ser tratada como variável de desempenho. O próprio Ministério do Trabalho e Emprego tem reforçado essa leitura ao associar bem-estar no ambiente laboral a retorno concreto em produtividade.

Dentro desse contexto, a Psicologia Marquesiana organiza sua aplicação em torno de instrumentos como o Self Coaching, apresentado como método de autoconhecimento e reprogramação de crenças, e o Valuation Humano, conceito que busca ampliar a leitura de valor nas empresas para além dos indicadores financeiros clássicos. A ideia é que capital emocional, capacidade de autorregulação e sentido de pertencimento também interferem no resultado econômico do negócio.

“Quando uma empresa entende que o turnover, o absenteísmo e a baixa produtividade são sintomas de imaturidade emocional coletiva, e não apenas de falta de processo, ela muda completamente a forma de investir em pessoas”, diz José Roberto Marques.

A discussão também ganha tração por causa da agenda regulatória. A partir de 26 de maio de 2026, a NR-1 passará a incluir expressamente os fatores de risco psicossociais no Gerenciamento de Riscos Ocupacionais, conforme a Portaria MTE nº 1.419/2024. Na prática, empresas terão de incorporar esse tipo de risco ao inventário ocupacional, ao lado dos fatores físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes. No fim de março, a Comissão Tripartite Paritária Permanente manteve essa data de entrada em vigor.

Esse ponto altera o enquadramento do tema. Se antes o investimento em desenvolvimento emocional podia ser tratado como diferencial cultural, agora ele tende a ser observado também sob a ótica de governança, prevenção de passivos e conformidade trabalhista. Para companhias expostas a alta rotatividade, metas agressivas e pressão por produtividade, a discussão sobre comportamento humano deixa de ser abstrata e passa a ter implicações concretas sobre custo, reputação e sustentabilidade operacional.

No plano conceitual, a metodologia também se conecta a agendas mais amplas de desenvolvimento sustentável. A ONU define o ODS 3 como o compromisso de assegurar vidas saudáveis e promover o bem-estar para todos, e o ODS 8 como a promoção de crescimento econômico sustentado, emprego produtivo e trabalho decente. Em um mercado que começa a aproximar saúde mental de performance, a convergência entre essas duas agendas tende a ficar mais evidente dentro das empresas.

“Desenvolvimento humano não é custo, é o investimento com maior retorno que uma organização pode fazer. Os números provam isso. E os ODS da ONU validam que estamos no caminho certo: saúde, trabalho decente e redução de desigualdades passam, necessariamente, por pessoas emocionalmente preparadas”, afirma José.

José Roberto Marques é fundador e presidente do IBC, já treinou mais de 6 milhões de pessoas, formou mais de 140 mil coaches e tem alcançado alunos em mais de 40 países. Mais do que a escala em si, o dado ajuda a explicar por que a Psicologia Marquesiana é apresentada pelo instituto como um modelo aplicado em larga escala, e não apenas como formulação conceitual.

No centro dessa discussão está uma mudança de eixo. Em vez de tratar comportamento como variável secundária, a metodologia defende que o desempenho corporativo depende da integração entre técnica, emoção e sentido. Num ambiente empresarial marcado por desengajamento, adoecimento e maior cobrança regulatória, essa leitura encontra um terreno mais receptivo. A pergunta, para as empresas, já não parece ser se saúde emocional afeta o resultado. A questão passa a ser como transformar esse entendimento em modelo de gestão

Do coaching à pesquisa aplicada: como José Roberto Marques tenta reposicionar sua trajetória no estudo do comportamento humano

0
José Roberto Marques

Em um momento em que empresas tentam entender por que desempenho e bem-estar deixaram de caminhar juntos, o comportamento humano voltou ao centro das decisões de negócio. O tema ganhou peso nos conselhos, nas áreas de gestão de pessoas e no mercado de formação executiva. Não por acaso. Segundo a Gallup, o engajamento global no trabalho recuou para 21% em 2024, sinal de que organizações seguem com dificuldade para criar ambientes capazes de sustentar produtividade, vínculo e confiança. 

É nesse contexto que a trajetória de José Roberto Marques passa a ser relida. Conhecido nacionalmente pela atuação no coaching, ele tenta ampliar esse enquadramento e se apresentar menos como uma figura de treinamento motivacional e mais como pesquisador do comportamento humano. A mudança não é apenas semântica. Ela responde a uma transformação do próprio mercado, que passou a cobrar menos promessa de impacto pessoal e mais consistência metodológica, aplicação prática e linguagem próxima da ciência do comportamento. A própria International Coaching Federation estima que a profissão gerou US$5,34 bilhões em receita global no último ano, sinal de um setor que cresceu e, justamente por isso, passou a enfrentar uma cobrança maior por maturidade e credibilidade. 

Fundado em 2007, o Instituto Brasileiro de Coaching se tornou a principal plataforma de projeção dessa trajetória. Segundo materiais institucionais, o grupo afirma ter alcançado mais de 5,5 milhões de pessoas ao longo de sua história. Mais do que o número em si, o dado ajuda a explicar a tese central que sustenta o reposicionamento de Marques: a de que sua autoridade não estaria baseada apenas em formulação teórica, mas em uma massa acumulada de observação prática sobre comportamento, liderança, tomada de decisão e mudança individual.

Essa narrativa encontra eco em uma demanda real do mercado. Durante muito tempo, o setor de desenvolvimento humano cresceu apoiado em carisma, palco e fórmulas de transformação pessoal. Agora, a régua mudou. A nova disputa passa por quem consegue traduzir experiência em método, método em linguagem objetiva e linguagem objetiva em aplicação concreta para empresas e indivíduos. Nesse cenário, o esforço de Marques é converter uma trajetória construída na prática em algo mais próximo de pesquisa aplicada, ainda que fora dos formatos acadêmicos tradicionais.

Ao longo desse percurso, ele consolidou uma produção editorial extensa e desenvolveu conceitos próprios, como Self Coaching, Psicologia Marquesiana e Valuation Humano, como forma de organizar sua leitura sobre mente, emoção, desempenho e comportamento. Na prática, a aposta é transformar repertório acumulado em uma assinatura intelectual reconhecível, capaz de sustentar a imagem de “cientista da mente” em um mercado que, por muitos anos, banalizou esse tipo de ambição.

A leitura que emerge daí é menos a de um personagem que abandonou o coaching e mais a de alguém que tenta sofisticar a forma como sua trajetória é percebida. Em vez de falar apenas com o público que busca transformação pessoal, José procura dialogar também com empresas, líderes e profissionais interessados em compreender como crenças, ambiente emocional, disciplina e visão de futuro interferem nos resultados.

“Minha formação como pesquisador do comportamento não veio de um único laboratório. Veio de milhões de interações reais com pessoas em busca de transformação. Cada formação, cada imersão, cada livro é um ponto de dado”, afirma José Roberto Marques, no material-base da pauta.

É justamente aí que sua história encontra aderência ao debate atual. Em um ambiente corporativo em que engajamento baixo, exaustão e perda de sentido se tornaram problemas econômicos, personagens capazes de traduzir comportamento humano para a lógica da gestão passaram a ocupar mais espaço. O que diferencia trajetórias duradouras das narrativas passageiras, porém, é a capacidade de sustentar essa autoridade sem depender apenas de marketing pessoal.

Mais do que uma mudança de discurso, o movimento de José Roberto Marques revela uma disputa por enquadramento em um mercado que ficou mais exigente. A questão já não é apenas ter alcance, público ou influência, mas demonstrar que a experiência acumulada pode ser sistematizada como método e lida com seriedade em um ambiente que cobra precisão conceitual, coerência e aplicabilidade. Para uma trajetória construída entre formação, mercado e produção de conteúdo, é essa transição, da popularidade para a consistência, que tende a definir seu lugar no debate contemporâneo sobre comportamento humano.

Diplomata Civil Humanitário: reconhecimento internacional a José Roberto Marques recoloca o desenvolvimento humano no centro do debate social

0
Divulgação

Em um mercado de trabalho pressionado por transformações tecnológicas, esgotamento emocional e desigualdade no acesso à qualificação, o desenvolvimento humano voltou a ocupar espaço no centro do debate. O movimento não é apenas retórico. O relatório Future of Jobs 2025, do Fórum Econômico Mundial, aponta que empatia, escuta ativa, inteligência emocional e aprendizagem contínua seguem entre as competências mais relevantes para a adaptação profissional nos próximos anos. Já a OCDE alerta que o acesso desigual ao desenvolvimento de habilidades limita o potencial de milhões de pessoas e freia o desempenho econômico. 

É nesse contexto que o brasileiro José Roberto Marques, fundador do Instituto Brasileiro de Coaching (IBC), foi reconhecido com o título de Diplomata Civil Humanitário, concedido pela Jethro International. O reconhecimento projeta uma leitura mais ampla sobre sua trajetória: a de um empresário e educador que construiu escala em desenvolvimento humano e passou a ser associado, internacionalmente, a uma agenda de impacto social. 

Segundo a própria Jethro, a Diplomacia Civil Humanitária é voltada à atuação de civis em iniciativas e projetos sociais, mediação comunitária e cooperação entre setores da sociedade, com base em princípios como humanidade, neutralidade, imparcialidade e independência. A organização afirma manter presença em mais de 100 países. Mais do que um título honorífico, a condecoração ganha relevância por dialogar com uma questão contemporânea: quem consegue ampliar o acesso a ferramentas de desenvolvimento pessoal e profissional em um ambiente marcado por assimetrias de oportunidade. 

A própria OCDE tem destacado que diferenças de origem social, educação e acesso à formação moldam quem desenvolve e utiliza as habilidades mais valorizadas no século 21. Nessa leitura, democratizar competências socioemocionais, repertório de liderança e autoconhecimento deixa de ser apenas um produto de mercado e passa a tocar uma dimensão de inclusão.  

Fundado em 2007, o IBC se apresenta como uma das maiores plataformas brasileiras de desenvolvimento pessoal, profissional e empresarial. Em seu site institucional, a organização informa ter alcançado mais de 5,5 milhões de pessoas, manter parceria com a Ohio University, ter tido José Roberto Marques como palestrante convidado em Harvard em duas ocasiões e reunir resultados validados em pesquisa da UFRJ. Em outra página do grupo, o alcance é descrito como superior a 5,7 milhões de pessoas em 40 países. 

“Receber o título de Diplomata Civil Humanitário é, para mim, a confirmação de que o caminho que escolhi, democratizar o acesso ao desenvolvimento humano, tem impacto real. Não se trata de reconhecimento pessoal. Se trata de validação de uma causa: inteligência emocional não pode ser privilégio de poucos”, afirma José Roberto Marques.

A dimensão social dessa atuação, segundo informações do grupo, também se expressa na doação de mais de 200 mil ingressos para imersões presenciais de inteligência emocional e desenvolvimento humano. O dado reforça uma tese que tem ganhado força no setor: a de que organizações estruturadas sob lógica empresarial podem, ao mesmo tempo, operar em escala e direcionar parte relevante de sua capacidade para ampliar acesso à formação e transformação pessoal.

Esse ponto ajuda a explicar por que o reconhecimento da Jethro encontra ressonância além do universo do coaching e do treinamento corporativo. Em um cenário no qual empresas, governos e organizações multilaterais discutem requalificação, bem-estar e inclusão, cresce a pressão para que habilidades humanas não sejam tratadas como ativos restritos a grupos de alta renda ou a nichos executivos. O Fórum Econômico Mundial vem insistindo que o futuro do trabalho exigirá um equilíbrio maior entre competências técnicas e habilidades interpessoais, enquanto a OCDE reforça que o desenvolvimento desigual dessas competências compromete não apenas trajetórias individuais, mas também produtividade e coesão social. 

A aproximação com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável também é direta. O ODS 10 da ONU trata da redução das desigualdades e inclui, entre suas metas, a promoção da inclusão social, econômica e política e a garantia de igualdade de oportunidades. Já o ODS 16 propõe sociedades mais pacíficas e inclusivas, com instituições responsáveis e eficazes. Quando uma metodologia de desenvolvimento humano se propõe a ampliar repertório emocional, fortalecer lideranças e expandir acesso a instrumentos de crescimento pessoal, ela passa a dialogar com esse campo mais amplo de inclusão e construção de ambientes sociais mais equilibrados.

“Os ODS da ONU não são apenas metas para governos. São compromissos de cada pessoa que tem capacidade de gerar impacto. Quando formamos alguém em inteligência emocional, essa pessoa transforma sua família, sua equipe, sua comunidade. Isso é redução de desigualdade na prática”, diz José Roberto Marques.

A Jethro define o Diplomata Civil Humanitário como um cidadão capacitado para agir de forma humanitária na sociedade, independentemente de ocupar cargo público, promovendo cooperação entre governos, empresas, organizações e comunidades vulneráveis. Sob essa ótica, a homenagem concedida a José Roberto Marques não se limita ao reconhecimento de uma trajetória empresarial. Ela sinaliza a entrada do desenvolvimento humano em uma zona de maior relevância pública, na qual formação emocional, cidadania e impacto social começam a ser observados como partes da mesma conversa. 

“Minha missão sempre foi clara: levar desenvolvimento humano para o maior número possível de pessoas. Os 200 mil ingressos doados são só o começo. Enquanto houver alguém sem acesso a autoconhecimento e inteligência emocional, nosso trabalho não está terminado”, afirma.

Num tempo em que o mercado cobra adaptabilidade, o trabalho exige mais repertório emocional e a sociedade debate novas formas de reduzir desigualdades invisíveis, o título de Diplomata Civil Humanitário ajuda a reposicionar a trajetória de José Roberto Marques em um campo mais amplo. Não apenas o do desempenho individual, mas o da circulação mais democrática de ferramentas de desenvolvimento em escala.

Seven Bilíngue apresenta soluções educacionais e tendências e atrai gestores durante o Geduc 2026

0
A Seven Bilíngue

Durante o evento, a empresa promoveu atividades com foco em apoiar escolas na tomada de decisão estratégica, especialmente no que diz respeito à implementação e evolução de programas bilíngues. A proposta foi criar um ambiente de diálogo com diretores e coordenadores, trazendo insights sobre gestão educacional, relacionamento com famílias e caminhos para potencializar resultados.

“Trouxemos o nosso pioneirismo para apoiar escolas não apenas na implementação do ensino bilíngue, mas na construção de uma proposta educacional mais estratégica e conectada às demandas atuais, o que inclui o contexto socioemocional e a comunicação não violenta em todo material didático”, explica a diretora executiva da Seven, Patrícia Romano.

Com ampla experiência também na formação de professores, este ano, no GEduc, a Seven dividiu com as escolas o potencial em se tornar um Centro Preparatório de Exames Cambridge, o que possibilita ampliar o valor percebido da instituição junto às famílias e fortalecer a competitividade no mercado educacional.

Outro ponto de destaque foram as atividades interativas no estande, a exemplo da Mandala de Serviços, onde o gestor, diante das soluções bilíngues apresentadas, podia refletir e escolher qual ou quais delas na sua visão agregaria mais à instituição no momento, com base na realidade vivenciada e o Simulador de Rentabilidade – dinâmica desenvolvida pela Seven para contribuir com a visão de negócio dos gestores ao demonstrar em poucos minutos e de forma personalizada, o potencial de um programa bilíngue aplicado na escola. Os gestores que participaram, receberam, também, um relatório personalizado com visão estratégica para o crescimento da escola.

“Acreditamos que a educação bilíngue vai além do ensino do idioma — ela prepara alunos para interagir com o mundo, desenvolver pensamento crítico e ampliar suas possibilidades acadêmicas e profissionais. Temos atendido muitos gestores que percorreram um caminho no aprendizado bilíngue diferente e perceberam que foi pouco efetivo.

Não veem seus alunos produzindo e falando inglês. Por isso buscamos trazer um pouco dessa nossa visão para o evento, atuando diretamente junto ao gestores com informações e ferramentas que contribuam em reunir os critérios mais adequados para fazer uma escolha assertiva, explicou a diretora executiva da Seven, ao acrescentar que “uma solução bilingue eficaz precisa entregar o aluno falando inglês e equilibrar o desempenho real com investimento viável e que promova uma transformação perceptível a professores, aos alunos e às famílias”, citando o Manifesto Seven “Criar Alunos para o Mundo”e a Consciência Bilíngue, essência da Seven ao longo desses quase 40 anos de história.

Mais em www.sevenbilingue.com.br.

Review S26 Ultra: O smartphone que traz o carregamento de 60W e a IA da Samsung

0

O novo Galaxy S26 Ultra chegou ao mercado brasileiro não apenas para manter a coroa de melhor Android do mundo, mas para humilhar qualquer um que tente competir em termos de hardware bruto e inteligência artificial. Se você achava que o modelo do ano passado era o limite, prepare-se: o futuro ficou mais fino, mais leve e, bizarramente, mais inteligente.

Design e a tela “Anti-Curiosos”

Esqueça os tijolos pesados do passado. A Samsung conseguiu reduzir a espessura para apenas 7,9 mm e o peso para 214 gramas, mantendo a estrutura em Titânio. Mas o verdadeiro show está na tela de 6,9 polegadas. Além dos surreais 3.000 nits de brilho, a marca estreou a tecnologia de Privacidade por IA. Sabe aquele vizinho de metrô xereta? O sistema detecta olhares laterais e escurece as bordas da tela automaticamente para quem não está de frente, sem que você perca a fidelidade de cores do painel Dynamic LTPO AMOLED 2X.

O motor sob o capô: Snapdragon 8 Elite Gen 5

Em parceria com a Qualcomm, a gigante coreana trouxe o Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy. Com opções de até 16 GB de RAM, o desempenho é algo que beira o absurdo. Em nossos testes na Vanity Brasil, abrimos 30 aplicativos simultâneos e o aparelho nem sequer esquentou, graças à nova câmara de vapor 120% maior. Para quem joga ou edita vídeos em 8K, é o nirvana tecnológico.

Câmeras: 200 MP e o fim do atraso

A câmera principal de 200 MP agora conta com uma abertura f/1.4, o que significa que o modo noturno finalmente atingiu a perfeição, captando detalhes que o olho humano ignora. A grande novidade, porém, é o modo de 24 MP sem latência: você pode disparar fotos em sequência sem aquele “lag” irritante de processamento, tudo otimizado pelo novo sensor ISOCELL HP2. O conjunto ainda traz duas lentes telefoto de 50 MP (3x e 5x), garantindo o melhor zoom do mercado.

Bateria e o tão sonhado carregamento rápido

Pela primeira vez, a Samsung ouviu os fãs e abandonou a timidez: o S26 Ultra suporta carregamento de 60W. Em apenas 30 minutos, você sai de 0% para 75% de carga na bateria de 5.000 mAh. Pode parecer pouco perto de marcas chinesas, mas para o padrão Galaxy, é uma revolução aguardada há anos.

Romisson lança novo single e celebra estreia com edição especial do Polenta Rock Show na Freguesia do Ó

0

O cantor Romisson apresenta ao público seu novo single, “Coisas da Vida”, que será lançado oficialmente nas plataformas digitais no próximo 10 de abril. A canção marca um momento especial em sua trajetória artística, reafirmando sua identidade musical e sua capacidade de transformar sentimentos intensos em música.

Com uma interpretação forte e carregada de verdade, “Coisas da Vida” mergulha nas experiências que moldam quem somos: amores que não deram certo, decisões difíceis, recomeços inesperados e os aprendizados que surgem ao longo do caminho. A faixa traz uma reflexão madura sobre escolhas, consequências e o amadurecimento emocional diante das incertezas da vida.

Romisson imprime autenticidade em cada verso, conduzindo o ouvinte por uma jornada de memórias e sensações que dialogam diretamente com quem já viveu perdas, paixões e reconstruções. A música reforça seu estilo marcante e sua entrega visceral, elementos que vêm consolidando seu nome na cena musical.

Celebrando o lançamento, o artista promove no dia 11 de abril uma edição especial do Polenta Rock Show, projeto idealizado por Romisson ao lado de sua esposa, Nany Apple . O evento acontecerá na Matriz da Freguesia do Ó, o polo cultural gastronômico e turismo da Freguesia do Ó e será uma grande comemoração desse novo momento da carreira.

O Polenta Rock Show já se tornou um projeto consolidado, reunindo música, emoção e conexão com o público em um formato vibrante e intimista. Desta vez, a apresentação ganha um significado ainda maior, funcionando como palco oficial para celebrar a chegada de “Coisas da Vida”.

Com novo single nas plataformas e show especial na sequência, Romisson une lançamento e experiência ao vivo em dois dias que prometem marcar sua trajetória e fortalecer ainda mais sua relação com o público.

Serviço

Lançamento do single “Coisas da Vida”

Data: 10/04

Disponível em todas as plataformas digitais

Faça Pré save – http://tratore.ffm.to/romissoncoisasdavida

Polenta Rock Show

Data: 11/04

Horário: a partir das 11h

Local: Matriz da Freguesia do Ó – São Paulo/SP

Entrada gratuita e aberto ao público

SnapUp atrai proposta internacional e pode ser avaliada em cerca de R$ 40 milhões

0
SnapUp

A SnapUp, agência de publicidade fundada em 2022, começou a ganhar espaço em um setor cada vez mais pressionado por eficiência, dados e resultados. Criada por profissionais com passagem por multinacionais, a empresa estruturou um modelo de operação voltado à gestão estratégica de investimentos em marketing, unindo planejamento, execução e alocação de recursos em uma mesma estrutura. Em um mercado que segue aquecido, o investimento publicitário via agências no Brasil chegou a R$28,9 bilhões em 2025, alta de 10% sobre o ano anterior, segundo o Cenp.

Foi nesse contexto que a SnapUp passou a atrair interesse internacional. Segundo fontes do setor, a empresa recebeu uma proposta de investimento de um grupo publicitário sediado na Inglaterra. A oferta envolveria cerca de R$12 milhões por 30% de participação, o que colocaria a avaliação da companhia na faixa de R$40 milhões. A negociação não foi oficialmente confirmada, mas o movimento é visto no mercado como um sinal de que agências brasileiras com operação mais estruturada começam a entrar no radar de investidores estrangeiros.

A origem da empresa ajuda a explicar esse interesse. Os fundadores partiram da experiência acumulada em grandes companhias para construir uma agência menos centrada apenas em entregas pontuais e mais conectada às decisões de negócio dos clientes. Na prática, a SnapUp passou a atuar não só na comunicação, mas também na forma como as marcas organizam verba, fornecedores, mídia, produção e performance.

Esse posicionamento deu à empresa um perfil diferente do modelo tradicional de agência. Em vez de funcionar apenas como executora de campanhas, a operação foi desenhada para participar da tomada de decisão, buscando mais eficiência no uso dos recursos e maior integração entre branding, criatividade e resultado. Para empresas em fase de crescimento, esse tipo de proposta costuma ser valorizado porque responde a uma dor recorrente: investir em marketing sem perder controle sobre retorno e execução.

Outro fator que ampliou a visibilidade da SnapUp foi a expansão internacional. Nos últimos anos, a empresa passou a atuar em projetos fora do Brasil, incluindo mercados como Espanha, Estados Unidos e Portugal. Nos bastidores, essa movimentação é interpretada como um passo importante para consolidar a companhia como uma operação com ambição global, em vez de uma agência restrita ao mercado doméstico.

A atenção de investidores também aparece em um momento em que o ambiente de negócios brasileiro segue ativo para operações estratégicas. A KPMG aponta que o país encerrou 2025 com 1.581 transações de fusões e aquisições, praticamente no mesmo patamar do ano anterior, em um cenário de estabilidade que mantém o interesse por empresas com potencial de escala, diferenciação e expansão.

Embora a empresa mantenha discrição sobre os detalhes da possível operação, a leitura no setor é que o interesse externo está ligado ao modelo construído pela SnapUp e à sua capacidade de combinar estratégia, operação e crescimento. Caso o investimento avance, a tendência é que a empresa acelere sua presença internacional e fortaleça ainda mais sua atuação no mercado publicitário.

Mais do que um episódio isolado, o caso reflete uma mudança no perfil das agências que vêm ganhando relevância no país. Em um mercado maior e mais competitivo, passam a chamar mais atenção às estruturas que conseguem unir criatividade com gestão, inteligência de negócio e capacidade de escala.

Empresa de um homem só pode valer US$1 bilhão? O caso MEDVi reabre a tese de Sam Altman

0
Renan Aleluia

Segundo o jornal, Matthew Gallagher, um empreendedor de trajetória controversa em Los Angeles, teria construído um negócio avaliado em US$1,8 bilhão a partir de US$20 mil e um arsenal de ferramentas de inteligência artificial. A profecia de Altman parecia ter se concretizado.

A MEDVi se propõe a orquestrar a cadeia do GLP-1 para redução de peso nos EUA, atacando um mercado de US$200 bilhões, segundo estimativas do J.P. Morgan. Especificamente, a oportunidade que Gallagher observou é o GLP-1 manipulado, que vinha sendo vendido em farmácias de manipulação reguladas pela Seção 503A a nível estadual, até abril de 2025, e que ainda se encontrava em uma zona cinzenta de regulamentação, gerando assim uma demanda reprimida sem precedentes.

A tempestade já era perfeita mesmo sem o elemento IA. Porém, diante da brecha regulatória e de muita sagacidade tecnológica, a MEDVi alega ter faturado US$ 401 milhões em 2025 com seu modelo disruptivo baseado em Agentes de IA e, segundo suas projeções de vendas, atingirá US$ 1,8 bilhão ao final de 2026, autoproclamando-se a empresa de maior crescimento da história e a primeira a atingir US$ 1 bilhão com uma única pessoa.

O caso chamou a atenção da Aleso & Company, consultoria especializada em finanças e fusões e aquisições no setor de saúde, com escritórios em Orlando (Flórida) e São Paulo. Renan Aleluia, fundador da firma e profissional com 15 anos no setor, decidiu investigar a fundo. “Nunca vi nada parecido”, afirma.

Como funciona o modelo de negócios

“Primeiramente, a MEDVi não é uma empresa de saúde no sentido tradicional”, afirma Renan. A empresa não emprega médicos, não opera farmácias, não manipula medicamentos e não gerencia logística de envio. A empresa é, em essência, um funil de marketing digital com um checkout médico acoplado.

A estrutura operacional da empresa se divide em três camadas distintas, cada uma operada por entidades diferentes:

Camada 1 – Aquisição de Clientes (MEDVi): Matthew Gallagher e seu irmão Elliot controlam toda a interface com o cliente: marca, website, anúncios pagos (Facebook/Instagram), checkout, chatbot de atendimento (alimentado por IA) e analytics. Toda essa camada foi construída com ferramentas de IA – ChatGPT, Claude, Grok para código e copy; Midjourney e Runway para criativos visuais; ElevenLabs para voz.

Camada 2 – Infraestrutura Clínica (OpenLoop Health / CareValidate): Essas plataformas de telemedicina como serviço fornecem os médicos licenciados, o processamento de prescrições, o cumprimento regulatório e o roteamento para farmácias. A MEDVi paga por transação.

Camada 3 – Manipulação e Envio (Farmácias 503A/503B): Farmácias como Boothwyn Pharmacy e Triad Rx manipulam a semaglutida e a tirzepatida manipuladae enviam diretamente ao paciente.

A fragmentação da operação como risco ao paciente

A fragmentação da operação representa um risco direto ao paciente. Quando algo dá errado (reação adversa, prescrição contra indicada, vazamento de dados), a responsabilidade se dilui entre as partes:

A MEDVi dirá que não é o prescritor e indicará o paciente para falar com o médico. A OpenLoop, que não é uma clínica, alegará que a decisão clínica foi do médico. O médico, que em alguns casos sequer realizou a consulta, alegará que avaliou as informações que o paciente forneceu pela plataforma. E a farmácia dirá que somente manipulou o que foi prescrito.

Diferente de um hospital ou clínica médica, em que a responsabilidade do cuidado é da instituição e que investe milhões em comitês de ética médica, auditoria clínica e certificações como a HIPAA, a estrutura fragmentada da MEDVi não protege o paciente.

A MEDVi alega operar com margem de 16,5%. Para comparação, a Hims & Hers, sua principal concorrente no segmento, com market cap de US$4,2 bilhões em bolsa, opera com margem de 5,5%. Ou seja, a vantagem da MEDVi parece vir da eliminação de toda a camada de compliance, regulação e gestão de riscos, que em empresas convencionais representa custo significativo. Obs.: a Hims & Hers (HIMS) ganhou US$270 milhões em valor de mercado no fechamento do pregão de 06/04/2026, uma alta de 6,22%.

A filosofia “Fake it until you make it” na saúde é destrutiva

O risco ao paciente, que já seria alto, se multiplica quando o uso de IA para escalar a operação ultrapassa as barreiras da ética em negócios de saúde.

Em janeiro de 2026, a OpenLoop, principal fornecedor da Medvi, teve dados de 1,6 milhão de pacientes vazados e uma ação em curso lista também a Medvi como co-responsável, a maioria dos pacientes expostos estava em tratamento com GLP-1. Em fevereiro de 2026, o FDA notificou a empresa por prática de marketing falso e abusivo.

O caso não é novo na mídia especializada americana. Em maio de 2025, a jornalista Maggie Harrison Dupré, do portal Futurism, já havia publicado um dossiê com práticas duvidosas, entre elas: anúncios gerados com IA que utilizavam a marca Ozempic® da Novo Nordisk para comercializar outro produto manipulado.

Além dos anúncios enganosos, foram identificadas imagens e vídeos falsos de pacientes “antes e depois” do uso das medicações.

Até o momento, as práticas mais controversas foram expostas pelo editor-chefe da revista americana especializada no setor farmacêutico Drug Discovery Trends, Brian Buntz, com quem Renan entrou em contato para obter mais informações sobre a diligência.

Buntz afirma que a empresa criou perfis falsos de médicos para anunciar produtos sem eficácia comprovada, como a tirzepatida na apresentação oral, que não tem aprovação do FDA, e a própria fabricante informa que não há a mesma eficácia do injetável. “O resultado financeiro dessa prática é um custo de aquisição de cliente muito mais baixo do que seria se estivessem atuando dentro das práticas éticas do mercado”, e que para uma plataforma de marketing, é crucial, afirma Renan.

Afinal, a MEDVi é uma empresa de US$1,8 bilhão?

A MEDVi alega ter faturado US$401 milhões com 16,5% de margem bruta. Mas no modelo de intermediação, a receita efetiva seria de aproximadamente US$67 milhões. Descontados os custos de anúncios e tokens de IA, o lucro operacional tende a ser bem menor. Empresas com perfil semelhante (híbrido de agência de marketing e intermediário) costumam ser avaliadas entre 0,8x e 1,5x a receita, o que apontaria para algo entre US$50 e US$100 milhões. Ainda assim, um número impressionante para uma empresa com pouco mais de um ano e dois funcionários. Porém, ao considerar os riscos estruturais, esse valor cairia ainda mais.

O valor de US$1,8 bilhões anunciado pelo fundador é, na prática, uma projeção de vendas. Não deve ser confundido com receita realizada, lucro ou valor de mercado. A menos que um investidor decida apostar contra todas as evidências, a MEDVi não é a empresa de US$ 1 bilhão que Altman profetizou.

Renan Aleluia é direto: “o número divulgado parece muito distante da realidade.” Quando se consideram os riscos do negócio, como a degradação reputacional perante o público, a ausência de vantagem competitiva defensável, o risco de banimento pela Meta por conta dos anúncios fraudulentos (que são o principal motor de receita da companhia) e os litígios em curso que podem corroer o balanço ou suspender a operação, a conclusão é que o valor justo do negócio tende a zero.

Riscos mapeados pelo consultor em pesquisa

A lista de riscos mapeados é extensa, estrutural e coloca em cheque a continuidade da operação da companhia, além de poder ser multada pelo FDA ou FTC em milhões, além das ações cíveis já em curso. Em resumo, a companhia enfrenta riscos estruturais significativos: concentração de receita em apenas dois operadores parceiros, exposição a litígios sob o RICO Act como co-responsável via OpenLoop, e uso de médicos e produtos falsos em anúncios. Soma-se a isso a violação de marca registrada da Ozempic® (Novo Nordisk), a repressão da FDA a GLP-1 manipulados — com notificação já recebida pela empresa — e o banimento pela Meta por violações de plataforma, elevando o CAC. A ausência de tecnologia proprietária agrava o quadro, expondo um modelo de negócio frágil e altamente vulnerável em múltiplas frentes regulatórias, jurídicas e operacionais.

A saída na visão do consultor seria a de tratar a empresa como um protótipo, um MVP no jargão do setor, do que como uma empresa bilionária.

Conclusão

O caso MEDVi ilustra um paradoxo central da era da inteligência artificial: a mesma tecnologia que permite escalar um negócio com velocidade sem precedentes também amplifica riscos quando usada sem governança. Para Renan, a lição é clara: diligências e avaliações profundas dos negócios se tornam cada vez mais necessárias.

Sobre a Aleso & Company LLC

(Atua no Brasil sob o nome Aleso Consulting)

Aleso & Company é uma boutique de assessoria financeira especializada em Investment Banking, Transaction Advisory, Corporate Finance e Private Equity, atendendo empresas de médio porte, fundos de PE e family offices. Com raízes no Brasil e base em Orlando, FL, a firma está expandindo sua atuação no mercado americano, combinando delivery offshore e serviços especializados em Healthcare e Farmacêutico para o mid-market.

Sobre Renan Aleluia

Renan Aleluia é consultor de Corporate Finance, M&A e FP&A com mais de 15 anos de experiência, passagens por Deloitte, PwC e KPMG, e atuação em mais de 60 projetos complexos, incluindo M&A, reestruturação de dívida e valuation nos setores de healthcare, pharma e tecnologia. Fundador da Aleso Consulting e da Aleso & Company LLC, atende clientes nos EUA, Reino Unido e Brasil com assessoria de nível institucional, tendo participado de operações que somam mais de US$800 milhões entre reestruturações e fundraising. Fundou 3 startups em saúde e é embaixador da Associação Brasileira de Startups de Saúde.