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Pure Pilates aposta em estúdios em container para acelerar expansão e levar pilates a áreas de conveniência

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Novo formato de franquia reduz investimento inicial, elimina a busca por ponto comercial e mira parcerias com grandes varejistas para ampliar a presença da rede no Brasil

Projeto de layout do container Pure Pilates

De olho nas transformações do comportamento do consumidor e na crescente busca por conveniência, a rede de franquias Pure Pilates acaba de lançar um novo formato de unidade: estúdios instalados em containers. A proposta é acelerar a expansão da marca e ampliar o acesso ao pilates por meio de espaços compactos em áreas de grande fluxo, como supermercados, postos de combustível e centros comerciais.

A primeira unidade do modelo será inaugurada no estacionamento de uma renomada rede de supermercados brasileira focada no segmento premium, em um ponto considerado estratégico pela empresa por reunir alto fluxo de consumidores e perfil alinhado ao público da marca.

Segundo Roberto Perfeito Serroni, diretor de expansão da Pure Pilates, o novo formato nasceu a partir de um insight claro de mercado: levar o serviço para locais que já fazem parte da rotina do cliente.

“Escolhemos o Pão de Açúcar localizado na Avenida Washington Luís, em São Paulo (SP), porque ele traduz exatamente a lógica do projeto. A Pure Pilates quer estar onde o consumidor já está. O supermercado se tornou um polo de conveniência e serviços, e integrar o pilates a esse ambiente aproxima ainda mais o bem-estar da rotina das pessoas”, afirma.

A parceria com a rede varejista também inaugura uma estratégia mais ampla da empresa. De acordo com Serroni, a Pure Pilates já possui aprovações formais para iniciar projetos semelhantes com outras grandes redes do varejo brasileiro, o que deve ampliar significativamente a capilaridade da marca.

Estrutura compacta, experiência premium

Apesar do formato reduzido, a proposta da unidade container é replicar a experiência dos estúdios tradicionais da rede. Com cerca de 36 metros quadrados, o espaço mantém a estrutura necessária para aulas personalizadas de pilates.

As turmas seguem o padrão da marca: sessões de 55 minutos e no máximo quatro alunos por aula. Esse modelo, segundo a empresa, garante alto nível de acompanhamento individualizado e preserva o posicionamento premium da rede.

“A estrutura é compacta, mas a experiência é a mesma dos nossos estúdios tradicionais. Mantemos turmas reduzidas e atendimento personalizado, o que sustenta o ticket médio e garante alta recorrência de alunos”, explica Serroni.

Além de preservar o padrão de atendimento, o novo formato reduz significativamente os custos operacionais. A instalação em áreas previamente estruturadas diminuemdespesas com aluguel e adaptação do espaço, ampliando a margem do franqueado.

Menor investimento e expansão mais rápida

Um dos principais diferenciais do modelo container é a simplificação do processo de implantação. Ao utilizar áreas já aprovadas dentro de grandes redes varejistas, a franquia elimina uma das etapas mais demoradas do franchising: a busca e negociação de pontos comerciais.

“Quando o ponto já está definido dentro de uma parceria estratégica, o tempo entre a decisão de investimento e a abertura da unidade diminui significativamente. Isso traz mais previsibilidade para o franqueado e acelera o ritmo de crescimento da rede”, afirma Serroni.

A estratégia também inclui a entrada em cidades menores. Com o formato compacto, a Pure Pilates passa a considerar municípios com até 100 mil habitantes como potenciais mercados de expansão.

As metas da empresa para o novo formato já estão definidas. A expectativa é inaugurar cinco unidades container em 2026, chegar a dez em 2027 e alcançar 30 unidades em operação até 2028.

Novo perfil de franqueado

Outro objetivo do modelo é ampliar o acesso ao empreendedorismo dentro da rede. Com investimento inicial mais baixo e custos fixos reduzidos, o formato também se torna atrativo para investidores iniciantes.

“A Pure Pilates construiu ao longo dos anos um modelo de franquia altamente sistematizado. Isso permite que tanto investidores experientes quanto novos empreendedores consigam operar a unidade com segurança, contando com suporte completo da rede”, afirma Serroni.

Para a empresa, cada novo franqueado faz parte de um ecossistema mais amplo, que envolve estúdios físicos, plataforma digital e uma comunidade crescente de alunos.

Pilates integrado à rotina

A aposta em áreas de conveniência acompanha uma mudança clara no comportamento do consumidor, cada vez mais interessado em integrar atividades de bem-estar às tarefas do dia a dia.

“Hoje as pessoas procuram soluções que se encaixem na rotina. Estar em locais como supermercados, centros comerciais e postos de combustível reduz a fricção de acesso ao pilates. O aluno consegue incluir a atividade física no mesmo trajeto em que resolve outras demandas do cotidiano”, diz Serroni.

Nos municípios menores, a lógica se mantém. Supermercados e centros comerciais costumam funcionar como polos de consumo e convivência, concentrando grande parte do fluxo da cidade.

Novas parcerias no radar

O lançamento do modelo container também abre caminho para novas alianças estratégicas. A rede afirma já ter aprovação formal de grandes varejistas brasileiros para o desenvolvimento de projetos semelhantes.

Mais do que uma locação de espaço, a proposta envolve integrar o estúdio de pilates ao ecossistema de serviços oferecidos por essas redes, criando uma relação de benefício mútuo.

“Essas parcerias mostram que o varejo entende o valor de incorporar serviços de bem-estar ao seu ambiente. Para nós, significa acesso a novos mercados com muito mais velocidade e escala”, conclui Serroni.

Dados Viram DNA Da Inteligência Corporativa E Redefinem Vantagem Competitiva Nas Empresas

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Breno, do Grupo BLVR, afirma que governança de dados deixa de ser tema técnico e passa a ocupar o centro da estratégia empresarial

Reprodução Redes Sociais 

A próxima grande transformação do mundo corporativo não está nos modelos de inteligência artificial, mas na forma como as empresas tratam seus próprios dados. Essa é a avaliação de Breno, fundador do Grupo BLVR e da AYA, ao defender que informações deixaram de ser ativos intangíveis para se tornarem genes da inteligência organizacional. “Dados não são ativos no balanço. São genes no DNA da inteligência corporativa”, resume.

Na visão do executivo, companhias que ainda operam sob a lógica tradicional de business intelligence — focadas em relatórios e previsões — correm o risco de ficar estruturalmente atrás de concorrentes que já usam dados como insumo direto para criação. Hoje, agentes de IA podem assumir funções completas, da venda ao atendimento, da criação de campanhas à tomada de decisões operacionais, desde que sejam alimentados por bases proprietárias bem estruturadas, alinhadas ao negócio, à cultura e ao propósito da organização.

Essa mudança desloca o centro da estratégia empresarial: governança de dados deixa de ser um tema técnico e passa a ocupar a mesa do CEO. Dois negócios usando exatamente o mesmo modelo de IA podem gerar resultados radicalmente diferentes dependendo da curadoria informacional por trás do sistema. “A base de conhecimento proprietária se torna o verdadeiro diferencial competitivo. A IA é commodity. O que importa é o que você coloca dentro dela”, afirma Breno.

Outro ponto-chave é a escala. Se antes crescer significava contratar mais pessoas, agora significa replicar inteligências bem treinadas. Um agente que aprende a vender com a voz, os argumentos e o posicionamento da empresa pode ser duplicado infinitamente, com custo marginal próximo de zero. Para Breno, a corrida não é por mais dados, mas pela combinação certa entre conhecimento teórico, histórico do negócio, processos operacionais e propósito organizacional — é essa nutrição que transforma uma inteligência genérica em vantagem competitiva real.

“A Cara das Vaquejadas 4.0”: Thullio Milionário apresenta novo projeto com cinco faixas

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Álbum chega às plataformas nesta sexta-feira (13) e aposta na energia e na tradição das vaquejadas 

(Créditos: Davi Gravações)

Fotos em alta aqui!

Ouça aqui!

Ele não para! O cantor Thullio Milionário lança, nesta sexta-feira (13), ao meio-dia, seu novo álbum intitulado “A Cara das Vaquejadas 4.0”. O projeto chega às plataformas digitais trazendo cinco faixas que reforçam a identidade do artista com o universo das vaquejadas.

O trabalho apresenta as músicas “Me Chame Pra Vaquejada”, “Vaquejada é Bom”, “Mas Ela É Morena”, “Eu Não Vou Mudar” e “Sabor Vaquejada”, escolhida como faixa foco do projeto. 

A canção destaque promete ser uma das favoritas do projeto, trazendo a energia característica das festas de vaquejada. Composta pelo próprio artista em parceria com Davi Gravações e Áureo Deni, a música retrata de forma bem-humorada o encontro entre alguém que não conhece o universo das vaquejadas e quem já vive essa tradição.

“Tô muito animado para o público conhecer o ‘A Cara das Vaquejadas 4.0’. Esse projeto foi feito pensando em quem vive e ama esse universo. Cada música tem um pouco da energia das vaquejadas, da festa e da tradição que a gente carrega com tanto orgulho. Espero que a galera curta muito e sinta esse clima em cada faixa”, afirma Thullio.

Com o novo projeto, Thullio Milionário reforça sua conexão com a cultura das vaquejadas e aposta em faixas que prometem embalar o público dentro e fora das arenas, mantendo viva a energia e a tradição que marcam esse universo tão presente na música nordestina.

Thullio Milionário – “A Cara das Vaquejadas 4.0”

Data de lançamento: 13 de março de 2026

Faixas:

  1. Me Chame Pra Vaquejada – (Compositores: Breno Poeta, Alex Kasual e Norman Rocha)
  2. Sabor Vaquejada – (Compositores: Davi Gravações, Aureo Deni e Thullio Milionário)
  3. Vaquejada é Bom – (Compositores: Dj Ivis e Leo Sats)
  4. Mas Ela É Morena – (Compositores: Breno Poeta, Alex Kasual E Norman Rocha)
  5. Eu Não Vou Mudar – (Compositor: Edy Santos)

Letra da faixa foco (Sabor Vaquejada):

Chegou um playboyzin, me pedindo do nada

Para eu ensinar ele, a correr vaquejada

Ele tomou duas lapada de dreher

Viu cavalo, paredão, “mói” de mulher

Calma meu amigo que eu vou te explicar

Da arquibancada você tem que observar

Isso não é balada nem boate meu irmão

Isso é vaquejada respeita a tradição

Sabe o que é o locutor narrando.

E o caba sem entender nada

Sabor vaquejada

Sabor vaquejada

Sabe a mulher ligando?

E o celular fora de área?

Sabor vaquejada

Sabor vaquejada

Sabe o cantor mandando alô

O poder do alô é uma pancada

Sabor Vaquejada

Sabor vaquejada

Manifestação em São Paulo pede justiça para animais vítimas de maus-tratos e destaca caso do cão comunitário Orelha

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Ato organizado pelo ativista Fernando Silva acontece no dia 15 de março, às 10h, no vão livre do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP), reunindo defensores da causa animal e apoiadores da luta contra maus-tratos

Uma manifestação marcada para o próximo dia 15 de março, às 10h, no vão livre do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP), em São Paulo, pretende reunir ativistas, protetores independentes e apoiadores da causa animal em um ato público por justiça contra crimes de maus-tratos.

Organizado pelo ativista Fernando Silva, o protesto tem como um dos símbolos o caso do cão comunitário Orelha, que mobilizou moradores e defensores dos direitos dos animais. No entanto, segundo os organizadores, o objetivo vai além de um único episódio.

“Acho importante deixar claro que o foco da nossa manifestação é por justiça não só no caso do Orelha, mas por todos os animais que sofrem nas mãos desses irresponsáveis”, destaca Fernando Silva.

Empresário e atuante em diversas frentes sociais, o ativista também desenvolve iniciativas comunitárias por meio do projeto social Projeto Social Life, além de atuar como professor de Judô e Jiu-Jitsu e trabalhar com assessoria em corrida de obstáculos. Segundo ele, a mobilização busca chamar a atenção da sociedade e das autoridades para a necessidade de punições mais efetivas contra crimes de crueldade animal.

“A gente também quer chamar atenção para isso. Hoje não existe orçamento específico para a causa animal. Precisa ter verba para castração, para atendimento e também para ajudar as ONGs que fazem esse trabalho todos os dias”, afirma.

A expectativa é que o ato reúna protetores, organizações e cidadãos que defendem maior conscientização e respeito à vida animal, reforçando que casos como o do cão comunitário Orelha representam uma realidade enfrentada diariamente por inúmeros animais em situação de vulnerabilidade.

Os organizadores convidam a população a participar da manifestação de forma pacífica, levando cartazes e mensagens em defesa dos animais, em um momento de união por justiça e respeito à causa animal.

Os milhões que movem os bastidores dos grandes shows e as mulheres que comandam essa engrenagem

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Quando as luzes se apagam e o público vibra com os primeiros acordes de um show, uma engrenagem silenciosa e altamente lucrativa já está operando há meses. O mercado brasileiro de entretenimento deixou a era do improviso para entrar na fase da engenharia de precisão. No centro dessa revolução, lideranças femininas transformam o aparente caos logístico em negócios de altíssima rentabilidade. Os números provam: empresas como a NS Operações alcançaram R$ 4,7 milhões em faturamento gerenciando equipes para mais de mil eventos ao ano, enquanto a ARCA transformou um galpão industrial em um espaço multiuso que sustenta mais de 50 toneladas de equipamentos suspensos – o bastante para projetos globais, e a Audiobizz garante a técnica de mega festivais pesados como Knotfest e Summer Breeze.

A grande arquiteta dessa nova realidade operacional no Brasil atende pelo nome de Raquel Boletti. Fundadora da NS Operações, ela percebeu antes de muitos que a maior falha do mercado de entretenimento estava em tratar pessoas como peças substituíveis. Ao lado de profissionais de peso como Carol Ramos na gestão de venue e Aline Duda na técnica de palco, Boletti redefiniu o padrão de entrega e provou que a verdadeira experiência do cliente é construída com governança e mitigação de riscos, muito antes da abertura dos portões. Já Patricia Kanji, Diretora Técnica e Produtora Geral da Só Track Boa, tem em seu portfólio expertise de grandes eventos. 

O fim do improviso e a ascensão da inteligência humana

A NS Operações nasceu e escalou sob a premissa de que a mão de obra em eventos precisava deixar de ser um custo básico para se tornar um ativo estratégico. Após superar a dissolução de uma sociedade e o apagão do setor em 2020, Raquel Boletti reestruturou sua empresa com foco exclusivo na alta demanda e na capacitação extrema, saltando para 1.122 realizações em 2025.

Esse crescimento exponencial não foi obra do acaso. A NS criou um ecossistema completo que aplica metodologias de excelência em atendimento. “Um dos nossos principais diferenciais no mercado é o investimento contínuo no treinamento e capacitação do nosso time. O staff conhece a história da NS, compreende as principais funções e recebe orientações sobre atendimento com referência no padrão Disney“, destaca a empresa em seus balanços.

Essa hiperespecialização criou um escudo técnico intransponível. Boletti relata que o domínio absoluto dos processos operacionais é a melhor resposta contra questionamentos de gênero no ambiente corporativo. A preferência por lideranças femininas em 90% dos cargos de comando da sua empresa reflete a busca por profissionais com visão analítica aguçada e capacidade de executar múltiplas tarefas simultaneamente.

O peso da infraestrutura

A visão de Raquel sobre a inteligência humana encontra seu par perfeito na infraestrutura brutalista comandada por Carol Ramos. CEO da ARCA, Ramos gerencia um galpão de 9 mil metros quadrados na Vila Leopoldina, em São Paulo. O local, que antes abrigava a Metalúrgica Atlas, foi convertido em um espaço de referência para o setor de eventos, recebendo desde eventos corporativos, convenções e feiras até diversos dos maiores artistas da música.

Garantir o fluxo seguro de milhares de pessoas sob toneladas de equipamentos exige uma gestão que funde a precisão da engenharia civil com a sensibilidade da curadoria de arte. Ramos destaca que liderar nesse ambiente significa transformar o caos em um método rigoroso. A estratégia não depende de um evento isolado, mas da construção de processos sólidos que atraiam projetos globais de tecnologia, arte, negócios e música eletrônica o ano inteiro. Assim como na operação de Boletti, a resposta de Ramos foca na consistência: ocupar espaços de poder exige a imposição natural de critérios técnicos inquestionáveis.

Patricia Kanji traz uma visão complementar sobre a necessidade de “frieza” para sobreviver no caos. “Gerenciar projetos e equipes exige postura e tomadas de decisão que, muitas vezes, vão desagradar. Acabo passando uma imagem fria, mas é fundamental para gerenciar crises. Não dá para ganhar todas, o foco é o que funciona para o projeto.”

Diversidade e legado

O impacto dessas empresas vai além do lucro. A NS Operações apresenta indicadores de diversidade que muitas multinacionais ainda lutam para alcançar: 56% dos colaboradores se declaram pretos ou pardos e 71% se identificam como LGBTQIA+. Para Boletti, o negócio evoluiu de uma necessidade de sobrevivência para uma plataforma de ascensão social.

Para Patrícia Kanji, o legado está na construção orgânica de times que se tornam família. “Na música eletrônica, o ambiente é acolhedor e democrático. Com o tempo, um aprende com o outro”, diz ela.

A técnica implacável nos palcos de grande porte

Se a infraestrutura abriga o público e a operação garante a segurança, o espetáculo em si depende da técnica de palco. É nesse cenário de alta pressão que Aline Duda atua. À frente da Audiobizz e da FDM Produções, ela desbrava territórios historicamente masculinizados e rústicos, como os festivais de Heavy Metal e Rock.

Com presença confirmada na liderança técnica de gigantes nacionais e internacionais, além de shows como o do Simply Red, Aline transforma ambientes de altíssima tensão em espaços orquestrados.

“Ainda hoje a presença masculina é o maior peso em cima dos palcos, mas o que me enche de orgulho é ver cada vez mais mulheres interessadas em estarem preparadas para viverem os seus sonhos em funções antes vistas somente para homens. Hoje é comum ver stage managers, roadies, técnicas de iluminação, de áudio e riggers. São mulheres guerreiras que foram atrás e conseguiram seu espaço sob um refletor”, relata Aline. Para ela, a presença feminina altera a própria dinâmica de trabalho: “Torna o ambiente mais respeitoso e organizado, ajudando a fluir todas as áreas”.

O impacto financeiro e a força da diversidade

O futuro dos grandes eventos globais passa obrigatoriamente pela excelência técnica e pelo impacto social dessas executivas. O sucesso financeiro dessas operações estabelece metas que multinacionais ainda lutam para alcançar, provando que a diversidade é um dos maiores impulsionadores de performance do mercado moderno.

Na NS Operações, por exemplo, os dados de 2025 mostram que 56% dos colaboradores se identificam como pessoas pretas ou pardas e 71% fazem parte da comunidade LGBTQIA+. A injeção de R$ 3 milhões em cachês na base da pirâmide fomenta diretamente a economia local, enquanto o plano de carreira permite que profissionais subam de nível e atendam turnês internacionais.

O mercado abandonou a informalidade e passou a exigir rentabilidade comprovada. Sob a batuta de executivas especializadas, o controle irrestrito das engrenagens garante que o verdadeiro espetáculo seja, em qualquer lugar do mundo, negócio perfeito.

Raio X do mercado e lideranças

O panorama dos negócios revela a força dessas operações no cenário atual. A NS Operações e a NightShift, sob a liderança de Raquel Boletti, registraram um faturamento de R$ 4,7 milhões em 2024, considerando apenas a operação bruta principal. O volume de entregas alcançou a marca de 1.122 eventos realizados ao longo de 2025, atendendo a demandas nacionais e internacionais. O grande diferencial global da empresa é a sua especialização operacional aliada à diversidade, com 71% de representatividade LGBTQIA+ e a injeção de R$ 3 milhões em remunerações.

Por sua vez, a ARCA, comandada por Carol Ramos, têm como ativo principal um espaço imobiliário de 9.000 metros quadrados com capacidade de carga suspensa de mais de 50 toneladas, focado em receber grandes projetos globais e eventos corporativos de alta relevância e tecnologia. Já na técnica implacável dos bastidores, a Audiobizz e a FDM Produções, lideradas por Aline Duda, têm como especialidade a coordenação técnica e o stage management em festivais internacionais de rock e metal de altíssima complexidade.

Luciana Mello celebra 10 anos de álbum dedicado a Jair Rodrigues

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Lançado em homenagem ao pai, o disco Na Luz do Samba marcou um momento especial na carreira da cantora e segue como referência em sua trajetória, que hoje ganha novos palcos com o sucesso do projeto Casa da Lu

A cantora Luciana Mello vive um momento de celebração e movimento em sua carreira. Enquanto roda o país com o projeto Casa da Lu, que vem conquistando plateias e transformando seus shows em verdadeiros encontros de samba e afeto, a artista também revisita um capítulo muito especial de sua trajetória: os 10 anos do álbum Na Luz do Samba.

Lançado dois anos após a partida de seu pai, o inesquecível Jair Rodrigues, o disco marcou o primeiro trabalho de Luciana inteiramente dedicado ao samba. Mais do que um projeto musical, o álbum nasceu como uma homenagem carregada de emoção, memória e reverência à história de um dos maiores nomes da música brasileira.

Luciana Mello

O projeto também reuniu encontros marcantes. Entre eles, a participação da cantora Alcione, uma das vozes mais emblemáticas do samba, e um momento que se tornaria ainda mais especial para a artista: a primeira gravação da filha de Luciana, Nina Levy, que participou do álbum ainda criança.

Outro capítulo simbólico dessa história foi o texto de apresentação do disco, escrito pelo saudoso Arlindo Cruz. O sambista não apenas assinou o release do álbum como também participou do evento de lançamento em São Paulo, reforçando o espírito de celebração e respeito ao legado do samba que marcou o projeto.

Ao revisitar esse trabalho uma década depois, Luciana reconhece a importância do álbum em sua caminhada artística. Na Luz do Samba consolidou sua relação profunda com o gênero e abriu caminho para novas experiências musicais que ela continua explorando até hoje.

Essa conexão com o samba também se reflete no sucesso do projeto Casa da Lu, que tem levado a cantora a diferentes cidades do Brasil. Com um formato intimista e cheio de energia, o espetáculo reúne clássicos do samba, histórias de bastidores e momentos de troca direta com o público.

Nos palcos, Luciana transforma cada apresentação em uma grande roda musical, reforçando sua identidade como uma das vozes mais autênticas da música brasileira contemporânea. O público responde com entusiasmo, lotando as apresentações e transformando o projeto em um dos momentos mais vibrantes de sua carreira recente.

Entre memória e celebração, Luciana Mello segue construindo uma trajetória marcada pela emoção, pelo respeito às raízes do samba e pela capacidade de renovar constantemente sua conexão com o público. Dez anos depois de Na Luz do Samba, a cantora mostra que sua relação com o gênero continua mais viva do que nunca.

Jorge Aragão abre turnê nacional no Varanda Estaiada neste sábado

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Com Marquinhos Sensação e convidados especiais, a “Feijoada de Jorge” promete unir samba, gastronomia e celebração

Créditos: @johnnie_mello – Fotos em alta AQUI

abertura oficial da turnê nacional “Feijoada de Jorge” já tem data e local confirmados, e a cidade escolhida para dar início ao projeto não poderia ser outra: São Paulo. O evento acontece neste sábado, 14 de março, no Varanda Estaiada, um dos espaços mais requisitados da capital paulista, com vista privilegiada para a Ponte Estaiada, e contará com a participação do cantor Marquinhos Sensação, além de convidados que dialogam diretamente com o samba e a música brasileira.

Em seu novo endereço, o Varanda Estaiada inicia oficialmente em 2026recebendo seu primeiro grande evento musical. Reconhecido como um dos principais espaços de eventos da capital paulista, o local se mantém alinhado ao lifestyle paulistano, combinando sofisticação, conforto e atmosfera vibrante para receber shows, festas e eventos corporativos. Com áreas bem definidas e versatilidade para diferentes formatos, continua sendo referência para quem busca experiências musicais e sociais de qualidade em São Paulo.

E desta vez, a experiência gastronômica é um dos grandes destaques do evento. A feijoada será servida em formato de buffet, resgatando o tradicional almoço de domingo, com mesa farta, preparo cuidadoso e clima de convivência. Enquanto o público aproveita a feijoada, o grupo Samba do Aguidá esquenta o clima com uma animada roda de samba ao vivo. A festa segue com o show de Marquinhos Sensação, garantindo música boa e um fim de tarde cheio de energia, preparando o público para o grande show de Jorge Aragão.

O projeto “Feijoada de Jorge” une samba, gastronomia e celebração popular em torno da tradição da feijoada e da devoção a São Jorge. Idealizada pelas produtoras GR Shows, Hanoi Entretenimento e Ginga Produções, a turnê presta homenagem ao santo, considerado padroeiro simbólico da feijoada, e propõe uma experiência que conecta música ao ritual coletivo da mesa. Em cada cidade pelo país, o evento promete reunir público e artistas em torno de elementos profundamente enraizados na cultura brasileira, com convidados especiais que se somam a Jorge Aragão em apresentações que transitam entre o samba, a fé e a celebração popular.

Serviço

Feijoada de Jorge 2 Edição

Data: 14 de março de 2026

Horário:  abertura às 13:00

Local: Varanda Estaiada – Av. Doutor Chucri Zaidan, 155 – Vila Cordeiro

E-mail: contato@varandaestaiada.com.br 

Assessoria de imprensa: vittoria@grupocaldi.com.br / gabriella@grupocaldi.com.br

Ingressos: https://www.ticket360.com.br/evento/32534/ingressos-para-feijoada-de-jorge-2-edicao

Mais informações: https://www.instagram.com/varandaestaiada?igsh= 

Luan Santana comemora 35 anos com shows no Allianz nesta semana

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A espera de quase duas décadas se resume a esta semana. Nesta sexta-feira (13) e sábado (14), Luan Santana sobe ao palco do Allianz Parque, em São Paulo, para duas apresentações que prometem parar a capital paulista. Com ingressos esgotados rapidamente, o evento consolida a força do cantor e celebra uma data mais do que especial: o seu aniversário de 35 anos.

Fazendo parte da nova label Registro Histórico, o projeto entrega uma imersão completa pelas diferentes eras da carreira do artista. O espetáculo já provou seu poder arrebatador em outubro do ano passado, quando arrastou mais de 70 mil pessoas na Arena da Baixada, em Curitiba. Agora, a festa aterrissa em São Paulo, prometendo o mesmo nível de entrega artística.

“Há 18 anos eu não tinha ideia do que estava começando, era só uma música e ela acabou virando uma explosão de sentimentos e trilha sonora pra muita gente”, reflete Luan sobre o atual momento. “Vocês transformaram algo improvável em algo histórico, e, talvez, por isso a turnê do Registro Histórico não seja só um show. É um daqueles momentos da vida que você nunca esquece.”

Para quem garantiu o ingresso para os shows deste fim de semana, a promessa é de uma verdadeira viagem no tempo, embalada por uma estrutura de padrão internacional. Luan Santana vai se apresentar em um palco com mais de dois mil metros quadrados de painéis de LED e uma passarela em formato de “S”.

O que promete pegar os fãs de jeito, no entanto, é a nostalgia. O sertanejo vai revisitar figurinos que marcaram época, como a clássica blusa vermelha com blazer preto de 2009, e a inesquecível gravata do show no Rio de Janeiro, em 2010, que agora ganha uma versão repaginada com strass.

A setlist transita com naturalidade entre todas as fases da carreira, indo dos hits explosivos como “Meteoro da Paixão” aos momentos românticos de “Escreve Aí”, garantindo que a celebração do seu aniversário seja um marco histórico para o entretenimento nacional.

Skid Row poderá ter um vocalista brasileiro? Se depender de Phil Lima, a resposta é sim

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Vocalista brasileiro entra na disputa mundial para assumir os vocais da lendária banda de hard rock — e já recebe incentivo público do cantor internacional Eric Martin

O sonho de muitos fãs de hard rock ao redor do mundo pode ganhar um toque brasileiro. O vocalista Phil Lima decidiu entrar na disputa global que busca o novo frontman da lendária banda Skid Row, iniciativa realizada em parceria com a empresa Sweetwater.

Fã declarado do grupo desde a juventude, Phil anunciou sua candidatura oficial para a audição mundial que escolherá a nova voz da banda. “Se você é fã de rock e cresceu ouvindo e admirando o Skid Row, sabe que existe uma audição mundial para assumir os vocais dessa banda lendária. É uma chance pequena, mas não tem como eu deixar passar”, comentou o cantor.
Assista: https://www.instagram.com/p/DVpatIAjJng/?igsh=NnV5NWM2NmR1aHdx

Com mais de 12 anos de experiência como vocalista profissional, Phil já começou a mostrar um pouco do que pode entregar. Em um teaser publicado em vídeo, ele apresenta trechos de uma gravação em tomada única do clássico 18 and Life e trechos acapella de seu treino para gravar Monkey Business, além de um momento descontraído encenado com sua namorada, Jade, demonstrando também seu lado bem-humorado diante da câmera.

A publicação chamou a atenção de fãs e músicos do meio — entre eles o renomado vocalista Eric Martin, conhecido por seu trabalho à frente da banda Mr. Big, que comentou a postagem oficial demonstrando apoio e incentivo à iniciativa do brasileiro no post da inscrição oficial juntamente a Rafael Bittencourt, membro fundador do Angra. (https://www.instagram.com/p/DVpatIAjJng/?igsh=NnV5NWM2NmR1aHdx).

“Parabéns Phil, você está mais que preparado pra esse trabalho”! (Rafael Bittencourt)

“Phil, te conheço há algum tempo e posso dizer que você é um dos caras mais legais do planeta e um professor vocal incrível (que já me ajudou imensamente). Mas a forma que vi que seu coração e sua alma pulsam com o Rock n’roll do Skid Row, você é um cara que apoio para assumir essa vaga… você já tem os macetes vocais, vc vai detonar, garoto”! (Eric Martin)

A iniciativa faz parte da campanha #SkidRowNextChapter, que busca encontrar a próxima voz para escrever um novo capítulo na história da banda.

Caso avance no processo, Phil Lima poderá se tornar um raro representante brasileiro à frente de um dos nomes mais emblemáticos do hard rock mundial — algo que certamente chamaria a atenção da comunidade rockeira internacional.

Saiba mais: @phil_lima_official

Fotos: Anderson Hildebrando/ Davi Mazzoni

Agentes de IA mudam rotina de trabalho e brasileiros estão no ranking do uso da tecnologia

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Especialista em tecnologia e CEO da eximia.co, Elemar Júnior, defende a ferramenta como aliada e reforça: “Não substitui pessoas”

O brasileiro já é íntimo da inteligência artificial. Para quem acha que a tecnologia ainda é exclusividade de filmes de ficção científica, os números provam o contrário. Segundo o estudo “Como as pessoas vivenciam as novas tecnologias e a IA generativa?”, conduzido pela Cisco e pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), o Brasil é o segundo país do mundo que mais utiliza IA generativa ativamente. Com 51,6% dos brasileiros integrando a ferramenta na rotina diária, o país fica atrás apenas da Índia. Além do alto uso, a pesquisa também indica que o Brasil é vice-campeão em confiança na tecnologia, mostrando que o país abraçou de vez essa revolução.

Na prática, a inteligência artificial desceu do pedestal das grandes corporações e aterrissou direto nos grupos de WhatsApp e na caixa de entrada do e-mail. Hoje, os chamados agentes autônomos resolvem problemas reais: organizam agendas caóticas, dissecam planilhas intermináveis e até decidem o que é prioridade logo nas primeiras horas da manhã.

O grande trunfo atual tem nome, ou melhor, pode ter o nome que o usuário quiser. No caso de Elemar Júnior, especialista em tecnologia e CEO da eximia.co, a revolução atende por Márcia. Construída como uma assistente pessoal hiperconectada, Márcia atua como uma engrenagem vital na rotina do executivo. Ela lê arquivos em PDF, cruza informações da agenda de compromissos com a caixa de e-mails, cria memórias de longo prazo e até analisa as táticas das partidas de xadrez que ele joga online, entregando um resumo pronto na manhã seguinte.

Mas se engana quem acha que a IA chegou para roubar a cadeira de quem trabalha no escritório. Elemar Júnior é categórico ao posicionar a ferramenta como um amplificador de capacidades, e não um substituto para o toque humano. “Há tempos tenho uma secretária para me ajudar a organizar o dia. A Márcia, no entanto, tem tornado a minha vida e a da minha secretária mais simples. Não substitui pessoas. Reduz atrito. E isso muda tudo”, pontua o CEO.

Para o especialista, o segredo do sucesso não está apenas em plugar uma IA na tomada, mas na arquitetura projetada por trás dela. Agentes virtuais precisam de um ecossistema organizado e de contexto para não se perderem em comandos básicos. “A memória de um agente não é como a nossa. Não é contínua. Não é implícita. É arquitetura”, explica Elemar Júnior. “O que sustenta consistência é documentação. Estrutura.”

Elemar tem testado a assistente de IA em ações cotidianas. Após conduzir uma mentoria intensa de quase duas horas com um executivo, o CEO deixou o trabalho operacional nas mãos virtuais de sua assistente. “Márcia, minha ‘agente-secretária’ na OpenClaw, pegou a transcrição, cruzou com o contexto dos participantes extraído da agenda e da estrutura de memória que idealizamos e produziu o material completo”, relata. O retorno? Um guia estratégico impecável de quinze páginas, com glossário, tabela e síntese executiva, gerado em poucos minutos.

Revolução e democratização da IA

Márcia pode parecer apenas mais uma ferramenta de agilidade para o dia a dia dos executivos, mas ela é um dos produtos pensados a partir de um ecossistema de atuação a nível internacional. Isso porque, desde 2016, Elemar Jr. está à frente da eximia.co, uma consultoria estratégica especializada em transformar complexidade tecnológica em diferencial competitivo, na qual reúne os melhores profissionais da tecnologia para levar inteligência de dados para empresas de variados segmentos.

De acordo com o engenheiro e palestrante, estas novas possibilidades fazem parte de uma grande transformação do mercado. “Existe uma grande revolução acontecendo. Nunca os processamentos de dados foram tão acessíveis e confiáveis. E quando falo da confiança, percebo que esse ponto é crucial numa ferramenta como um agente de IA”, destaca Elemar Jr.

O executivo detalha o motivo por trás deste aumento da confiança nos dados: “Antes, um decisor de uma empresa não tinha a total segurança de que os dados apresentados eram bem apurados. Agora, com toda essa tecnologia, é possível garantir que estes dados são críveis e, o melhor: sem viés, como acontece com os seres humanos. Por isso enxergamos que, na eximia.co, somos agentes de democratização desse tipo de potencial para escalar ainda mais projetos e processos decisórios dos grandes executivos”.

Por fim, a pesquisa da Cisco e OCDE ainda destaca um dado promissor para o mercado de trabalho nacional: 41,4% dos jovens brasileiros de 26 a 35 anos realizaram alguma qualificação relacionada à IA no último ano. O recado que fica para quem deseja fazer parte desta realidade é simples: a tecnologia entrega exatamente o rigor e a intenção que você coloca nela. “A IA ajuda na produtividade quando usada com intenção. Não é sobre automação pela automação. É sobre desenhar o sistema certo. Eu penso. Ela estrutura”, finaliza Elemar Júnior. O presente já é agêntico, e o limite dessa tecnologia esbarra apenas na disciplina de quem a projeta.

Sobre a eximia.co e Elemar Júnior

Fundada em 2016 e liderada por Elemar Júnior, a eximia.co consolidou-se no mercado como uma consultoria estratégica especializada em transformar complexidade tecnológica em diferencial competitivo. Com foco em resultados tangíveis e sustentáveis, a organização estrutura empresas sob o conceito de “AI First”, unindo diagnósticos profundos e engenharia de alta performance para alinhar a tecnologia diretamente à estratégia de negócio. Reconhecida pela capacidade de aplicar inteligência artificial e cultura orientada por dados em setores variados, a consultoria utiliza o rigor técnico de seu fundador – referência no mercado e conselheiro da Microsoft – para converter investimentos em eficiência operacional e crescimento escalável, preparando grandes corporações para os desafios da economia digital.

Com uma trajetória que iniciou na programação aos 13 anos, Elemar Júnior acumula mais de três décadas de experiência transformando complexidade tecnológica em resultados de negócio. Protagonista na digitalização da indústria moveleira e consultor estratégico para gigantes como Banco do Brasil, Nubank, B3 (Bolsa de Valores), Icatu e Stone, o especialista fundou a eximia.co em 2016 para levar seu pragmatismo a empresas de diversos setores. Atualmente, consolidado como mentor de grandes executivos e voz ativa na comunidade técnica internacional desde 2008, Elemar Júnior utiliza frameworks práticos para converter teorias densas em execução de alto impacto, moldando o futuro da arquitetura de software e da gestão estratégica no Brasil.